terça-feira, 25 de julho de 2017

Temer promete ajuda de R$ 13 Milhões a escolas de samba do Rio, enquanto isso Lava Jato briga por R$ 1.65 Milhão para 2018.


O CARNAVAL

Hoje (25), Temer ao dar posse ao novo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, Temer pediu que ele ajude as escolas de samba do Rio de Janeiro. É preciso ajudarmos com o apoio do governo”, afirmou Temer

O presidente sinalizou apoio do governo para que as escolas obtenham recursos para o Carnaval de 2018 após o corte de R$ 13 milhões feito pela prefeitura do Rio.

A LAVA JATO

Hoje (25), enquanto isso a futura procuradora-geral Raquel Dodge, no CSMPF (Conselho Superior do Ministério Público Federal) também propôs que o orçamento para o ano que vem atenda "integralmente" o pedido de verbas feito pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Na proposta elaborada pela gestão Janot, eram previstos R$ 522,7 mil, A questão havia sido questionada por Dodge semana passada, após concordância de Janot e do relator da proposta orçamentária, procurador José Bonifácio de Andrada. O valor será de R$ 1,65 milhão a ser utilizado pela Força Tarefa da Lava Jato em 2018.

A IRONIA

O Carnaval no Rio, R$ 13 Milhões em ajudas para promover o Carnaval do Rio em 2018, uma cidade sitiada pelo medo, devastada pela falta de emprego, caos generalizado na segurança pública, atraso dos pagamentos aos funcionários públicos do Estado, hospitais literalmente sucateados e vamos parar por aqui, vemos repetidamente os casos noticiados todos os dias sobre a cidade do  Rio.

A Lava Jato tem sido a única esperança de muitos de nós brasileiros em dias melhores. A Lava Jato despiu a política praticada por décadas em nosso País e provocado em cada um de nós à mudança e o questionamento.

Não podem existir dois pesos e duas medidas, a Operação Lava Jato tem utilizado de forma responsável e eficiente seus recursos, acredito que depois das diretas já, a Operação Lava Jato é o maior ato de transformação em nosso País, não podemos aceitar liberação de verbas para o Carnaval no Rio, enquanto a cidade agoniza após ser saqueada pela quadrilha do Ex-Governador Sergio Cabral.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

TEORI ZAVASCKI, DO STF, MORRE EM ACIDENTE DE AVIÃO


Confirmado pelo Corpo de Bombeiros: o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki faleceu vítima do acidente aéreo em Paraty, no litoral sul do Rio, na tarde desta quinta (19) . Ele deve ser velado no STF e será enterrado em Santa Catarina.

Teori estava a bordo do avião modelo Beechcraft C90GT, prefixo PR-SOM pertencente a Carlos Alberto Filgueiras, dono do Hotel Emiliano, em São Paulo e no Rio. A aeronave, que tem capacidade para oito pessoas, deixou o Campo de Marte, em São Paulo, às 13h. O acidente aconteceu por volta das 13h.

A amizade entre Teori e Carlos Alberto Filgueiras começou a partir de uma tragédia pessoal: a morte da esposa de Teori. O juiz passou a frequentar o hotel e se aproximou do empresário. Abalada, a presidente do Tribunal, Cármen Lúcia, voltou a Brasília ao saber do acidente. Gilmar Mendes, por sua vez, tentou falar com Teori por uma hora, sem sucesso. Teori é relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Madagascar: população só tem cactos para comer

O Programa Mundial de Alimentos afirma que quase um milhão de pessoas estão passando fome no sul de Madagascar. Uma seca contínua afeta a colheita e deixa aldeias inteiras dependentes de doações.




quinta-feira, 7 de julho de 2016

Eduardo Cunha se emociona ao ler texto da renúncia; Assista



Após meses negando publicamente a possibilidade de renunciar ao mandato de presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) anunciou justamente o oposto na tarde desta quinta-feira. 

O anúncio já era esperado entre parlamentares e cientistas políticos. Para muitos, indicaria uma última cartada para tentar evitar a cassação de seu mandato - a eleição de um aliado de Cunha como novo presidente da Casa poderia interferir diretamente na decisão da Comissão de Constituição e Justiça, que decidirá se o processo contra ele regredirá ou irá a plenário.

O anúncio já era esperado entre parlamentares e cientistas políticos. Para muitos, indicaria uma última cartada para tentar evitar a cassação de seu mandato - a eleição de um aliado de Cunha como novo presidente da Casa poderia interferir diretamente na decisão da Comissão de Constituição e Justiça, que decidirá se o processo contra ele regredirá ou irá a plenário.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Segurança do Palácio desautorizou Jaques Wagner






















Na derradeira manhã do governo Dilma, quando as equipes do cerimonial e segurança do Palácio do Planalto instalavam grades e detectores de metal para organizar os espaços onde militantes, jornalistas e autoridades públicas ouviriam o discurso de despedida, o ex-ministro Jaques Wagner (PT) tentou interferir e foi desautorizado pelo comando da guarda militar.

Ex-chefe do gabinete pessoal de Dilma, Wagner queria autorizar a entrada de cerca de cem mulheres para abraçar Dilma e levar flores. Segundo um funcionário da Presidência responsável pelo contato com movimentos sociais, Wagner ouviu do novo comandante a seguinte frase: "O senhor já não é mais ministro".

De fato, ele havia sido exonerado na véspera pela presidente. (Felipe Frazão, de Brasília)

Senado aprova processo de impeachment, e Dilma é afastada






















A maioria dos senadores decidiu, às 6h34 desta quinta-feira (12), pela aprovação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Com isso, Dilma será afastada da Presidência por 180 dias. Nesse período, o vice Michel Temer assume interinamente. Foram 55 votos a favor e 22 contra o processo.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Veja como está o placar do impeachment no Senado

O Senado decide na sessão desta quarta-feira (11) se aprova o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Parte deles já declarou como deve votar, segundo levantamento feito pelo 'Estado'.



























Caso a maioria simples dos parlamentares presentes na sessão aprove a admissibilidade do processo de impeachment, a presidente será afastada por 180 dias e assume a Presidência o vice, Michel Temer.

São necessários pelo menos 41 votos (caso todos os 81 senadores estejam presentes) para que o impeachment siga adiante.

Teori rejeita pedido do governo para anular processo de impeachment



















O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou a ação do governo para anular o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A decisão impôs a última derrota à petista antes da votação no Senado sobre seu afastamento provisório marcada para esta quarta-feira, 11.A expectativa era de que a decisão liminar de Teori fosse divulgada antes do início da sessão no Congresso. Mas a informação só foi divulgada quase três horas depois do início do debate dos senadores, o que foi visto como um sinal de que, mesmo antes de oficializar a posição, o ministro não iria interferir no andamento do processo. A medida garante a tramitação do processo no Senado.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

STF vota com Teori e suspende "era Cunha" na Câmara



















São Paulo – A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou, nesta quinta-feira, o afastamento do peemedebista Eduardo Cunha do exercício de seu mandato como deputado federal e presidência da Câmara dos Deputados.

A decisão foi tomada na manhã de hoje pelo ministro Teori Zavascki, que é relator daOperação Lava Jato no STF. Até o momento, sete dos 11 ministros já votaram pelo afastamento do peemedebista.

No texto em que justifica sua determinação, Teori Zavascki afirma que o avanço do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff é um dos fatos que aumentam os riscos que Cunha “impõe para a credibilidade das principais instituições políticas do país”.

Isso porque, se a presidente Dilma for realmente afastada do cargo, Cunha é o primeiro na linha de sucessão de Michel Temer na presidência.

“Não há a menor dúvida de que o investigado não possui condições pessoais mínimas para exercer, neste momento, na sua plenitude, as responsabilidades do cargo de Presidente da Câmara dos Deputados, pois ele não se qualifica para o encargo de substituição da Presidência da República, já que figura na condição de réu”, afirmou Teori na decisão.

Durante a votação, os ministros deixaram claro que a decisão de hoje é pontual e individualizada. Logo, não serve de base para outras decisões pelo país. “Um espirro dessa corte reverbera em todo o país. Não é desejo de ninguém que isso passe a ser um instrumento de empoderamento do poder judiciário em relação aos poderes eleitos”, afirmou o ministro José Dias Toffoli.

Da decisão

141 dias. Esse foi o tempo que o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), levou para analisar o pedido de afastamento do peemedebista Eduardo Cunha do exercício do mandato de deputado federal e, consequentemente, da presidência da Câmara dos Deputados.

A decisão só foi apresentada na manhã desta quinta-feira – cerca de cinco horas antes do plenário do STF analisar um pedido semelhante protocolado pela Rede Sustentabilidade na última terça-feira.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Ministro empregou tia da mulher, ex-miss bumbum, em agência com salário de R$ 19,4 mil

 
O atual ministro do Turismo, Alessandro Teixeira, empregou uma tia da mulher, a ex-miss bumbum Milena Santos, como secretária na Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). O órgão está vinculado ao governo federal e foi presidido por Teixeira até o fim da semana passada, quando foi empossado ministro pela presidente Dilma Rousseff. Após ser questionado pelo GLOBO, a ABDI informou que demitiu a servidora.

A tia de Milena é Delfina Alzira da Silva Gutierrez, que ocupou uma função de confiança na ABDI com um salário de R$ 19.488,60. Trata-se de um cargo de assessoramento especial da diretoria de nível 3 (CAE-3). A ABDI é uma caixa-preta no governo e esconde contratações; cargos e funções desempenhadas; salários e diárias pagas a funcionários e diretores.

Uma reportagem publicada pelo GLOBO em 28 de fevereiro revelou que a ABDI virou reduto de um grupo que atuou na campanha à reeleição de Dilma, com salários turbinados e pagamentos de altas diárias em viagens internacionais. Militantes da campanha trocaram cargos no governo por funções na agência com remunerações equivalentes ao dobro do que recebiam.

Ao assumir o comando da ABDI em fevereiro de 2015, com salário de R$ 39,3 mil, Teixeira abrigou no órgão mais três militantes da campanha, ocupantes de cargos de assessoramento especial da diretoria cujas remunerações variam de R$ 19,4 mil a R$ 25,9 mil. É mais do que o dobro do valor pago a esses assessores quando eles ocupavam cargos comissionados no Palácio do Planalto ou no Ministério do Planejamento.

Em junho do ano passado, o presidente da ABDI e demais diretores decidiram editar uma resolução — mantida sob sigilo e sem publicidade no site da agência — reajustando o valor das diárias para viagens internacionais da diretoria executiva. No continente americano, o valor saltou de US$ 400 para US$ 700. Fora da América, as diárias saltaram de € 320 para € 700.

Ministros de Estado, por exemplo, recebem entre 220 e 460 de diária, podendo optar por dólar ou euro e com variação de valor conforme o destino da viagem. Na ABDI, presidente e diretores podem viajar em classe executiva — assessores que os acompanham também têm direito ao benefício.

sábado, 23 de abril de 2016

José de Abreu briga em restaurante Japonês e cospe em advogado em São Paulo





















A noite dessa sexta-feira, 22, para José de Abreu e sua mulher, Priscila Pettit, foi tudo menos calma. Isso porque os dois se envolveram em uma discussão em um restaurante japonês em São Paulo. Irritado com o acontecido, ele contou em seu Twitter detalhes da briga que, segundo ele, foi contra um “advogado carioca”. A discussão foi grande, pois terminou com o ator cuspindo na cara do homem.

Em sua rede social ele começou contando: “Acabei de ser ofendido num restaurante paulista. Cuspi na cara do ‘coxinha’ e da mulher dele! Não reagiu! Covarde. Advogado carioca” e continuou: “O covarde perdeu a linha Cuspi na sua cara, na cara da mulher dele e ele não reagiu. Covardes fascistas”

Segundo o ator, a briga foi motivada por opiniões políticas diferentes e que, segundo ele, quem o provocou foi o advogado. De acordo com José, ele se irritou ao ouvir, sem aviso prévio, a seguinte frase: “Vota no PT e vem comer no japonês”, o que, segundo ele, não passa de uma ‘agressão gratuita, sem o menor motivo!’.

Ao final ele escreveu: “Fascistas são tratados assim, com cuspe na cara. Dele e da mulher. Ninguém vai me chamar de ladrão e nem minha mulher de vagabunda sem levar um troco.

Tire você mesmo as suas próprias conclusões.

Veja o que escreveu no seu Twitter José de Abreu:


quinta-feira, 21 de abril de 2016

Parte da ciclovia Tim Maia desaba em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro



Trecho de 50 metros da ciclovia Tim Maia, na avenida Niemeyer, em São Conrado, na zona Sul do Rio, desabou. Segundo os Bombeiros, duas pessoas morreram no local após cair no mar. A ciclovia que fica às margens da avenida Niemeyer, que liga os bairros de São Conrado e Leblon, na zona sul do Rio, foi inaugurada em 17 de janeiro

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Seis motivos para a derrocada de Dilma


















O plenário da Câmara aprovou neste domingo (17/04) a continuidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. O resultado deixou evidente o fracasso das últimas costuras políticas do governo – mas as dificuldades enfrentadas pela petista já vêm surgindo desde que ela assumiu o seu segundo mandato, no início de 2015. Veja a seguir seis razões que levaram o governo à derrota.

Decadência da economia

Em outubro de 2014, Dilma conseguiu recuperar parte da popularidade perdida nos protestos de 2013. Pesquisa do Datafolha mostrou que 42% da população tinham uma imagem positiva da presidente. Em janeiro de 2015, no entanto, o governo começou a revelar o tamanho das dificuldades econômicas que haviam sido omitidas durante a campanha eleitoral do ano anterior.

Poucas semanas depois da vitória, Dilma começou a cortar gastos e tomar outras medidas impopulares.

A oposição acusou o governo de ter praticado um “estelionato eleitoral”. Em março, antes mesmo de a extensão do escândalo da Petrobras ser revelada, a popularidade Dilma desabou para 13%. No mesmo mês, surgiram as acusações envolvendo as “pedaladas fiscais” – que viriam a se tornar a razão jurídica do impeachment.

A fórmula econômica dos anos 2003-2014, que privilegiou o crescimento por meio do consumo, desonerando impostos, também cobrou seu preço. Abatimentos nas tarifas de luz, que causaram rombos bilionários, tiveram que ser revertidos, o que pressionou a inflação. O dólar subiu, o país teve suas notas rebaixadas, e uma crise de confiança se instalou no país.

No final de 2015, o PIB sofreu uma queda de 3,8%. O governo também se mostrou incapaz de aprovar reformas para reverter o quadro. Para chefiar o ajuste, Dilma escolheu Joaquim Levy para chefiar a Fazenda, mas o ministro acabou sofrendo resistência do próprio PT.

A relação deteriorada com o Congresso também não permitiu a aprovação de reformas. Aos poucos, federações e entidades do comércio e da indústria, que viveram uma lua de mel com Lula, passaram a se voltar contra o governo.

domingo, 17 de abril de 2016

O Brasil venceu, Câmara aprova impeachment da presidente Dilma Rousseff




















A Câmara dos Deputados aprovou neste domingo (17) o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os 342 votos necessários para a aprovação foram alcançados às 23h06.

O processo segue agora para o Senado e uma comissão será formada para avaliá-lo. O parecer final da comissão será então encaminhado ao plenário do Senado para uma nova votação. O processo só deve continuar se 41 dos 81 senadores (maioria simples) concordarem com ele.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Dilma cancela pronunciamento que faria hoje, será que Dilma iria renunciar?
















O governo cancelou o pronunciamento que a presidente Dilma Rousseff faria hoje em rede nacional de rádio e televisão. A informação foi confirmada pela Secretaria de Comunicação Social para EXAME.com. 

Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, a orientação teria partido da Advocacia-Geral da União, que considerou que o discurso poderia trazer problemas jurídicos.

Será que Dilma iria renunciar?

quinta-feira, 14 de abril de 2016

STF rejeita ação para anular regras de votação do impeachment

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (14) rejeitar ação do PCdoB para anular as regras definidas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para a votação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, previsto para domingo (17).

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Nas contas do PSD, Dilma perde no plenário com 156 votos


Ao fim da primeira reunião do dia na liderança do PSD na Câmara, deputados do partido rascunharam em três papeletas a contagem dos votos da presidente Dilma Rousseff no plenário, partido por partido. Para eles, Dilma teria agora 156 votos e perderia no plenário.

Entre os partidos que faziam parte do governo ou ainda mantêm cargos - ainda que tenham decidido pelo rompimento -, Dilma somaria dez votos no PMDB, oito no PP, dez no PR, oito no PSD e três no PRB. Um cacique do partido avalia que a oposição pode chegar a quase 400 votos. (Felipe Frazão, de Brasília)

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Veja como votaram os 65 deputados da Comissão Especial do Impeachment

Os 65 deputados federais que integram a Comissão Especial do Impeachment votaram, nesta segunda-feira (11), o parecer de Jovair Arantes (PTB-GO), que na última quarta (8) orientou a abertura do processo de afastamento contra a presidente Dilma Rousseff. Veja como cada deputado se posicionou.






A favor da abertura do processo: 38

Bruno Covas (PSDB-SP)
Carlos Sampaio (PSDB-SP)
Jutahy Junior (PSDB-BA)
Nilson Leitão (PSDB-MT)
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)
Shéridan (PSDB-RR)
Marcos Montes (PSD-MG)
Jhonatan de Jesus (PRB-RR)
Marcelo Squassoni (PRB-SP)
Eduardo Bolsonaro (PSC-SP)
Marco Feliciano (PSC-SP)
Fernando Franceschini (SD-PR)
Paulinho da Força (SD-SP)
Alex Manente (PPS-SP)
Evair de Melo (PV-ES)
Leonardo Quintão (PMDB-MG)
Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA)
Mauro Mariani (PMDB-SC)
Osmar Terra (PMDB-RS)
Paulo Maluf (PP-SP)
Júlio Lopes (PP-RJ)
Jerônimo Goergen (PP-RS)
Danilo Forte (PSB-CE)
Fernando Coelho (PSB-PE)
Elmar Nascimento (DEM-BA)
Mendonça Filho (DEM-PE)
Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Benito Gama (PTB-BA)
Jovair Arantes (PTB-GO)
Luiz Carlos Busato (PTB-RS)
Eros Biondini (PROS-MG)
Ronaldo Fonseca (PROS-DF)
Marcelo Aro (PHS-MG)
Rogério Rosso (PSD-DF)
Tadeu Alencar (PSB-PE)
Weliton Prado (MDB-MG)
Laudivio Carvalho (SD-MG)
Bruno Araújo (PSDB-PE)
Contra: 27

Arlindo Chinaglia (PT-SP)
Henrique Fontana (PT-RS)
José Mentor (PT-SP)
Paulo Teixeira (PT-SP)
Pepe Vargas (PT-RS)
Vicente Cândido (PT-SP)
Wadih Damous (PT-RJ)
Zé geraldo (PT-PA)
Édio Lopes (PR-RR)
José Rocha (PR-BA)
Paulo Magalhães (PSD-BA)
Chico Alencar (PSOL-RJ)
Sílvio Costa (PTdoB-PE)
João Marcelo Souza (PMDB-MA)
Leonardo Picciani (PMDB-RJ)
Aguinaldo Ribeiro (PP-BA)
Roberto Britto (PP-BA)
Flávio Nogueira (PDT-PI)
Weverton Rocha (PDT-MA)
Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
Júnior Marreca (PEN-MA)
Aliel Machado (REDE-PR)
Bacelar (PTN-BA)
Valtenir Pereira (PMDB-MT)
Vicentinho Júnior (PR-TO)
Benedita da Silva (PT-RJ)
Orlando Silva (PcdoB-SP)

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Maluf acusa Dilma de 'comprar' votos contra impeachment com cargos

















O deputado Paulo Maluf (PP-SP) acusou a presidente Dilma Rousseff de comprar votos dos deputados do seu partido contra o impeachment. À Folha de S.Paulo, ele disse que a troca pelo apoio está sendo feita com cargos. Um dos cargos em negociação seria o de ministro da Educação.

Também nesta terça-feira (5), o deputado Paulinho da Força (SD-SP) também acusou o governo de compra de votos. Disse que o Planalto está negociando a ausência no dia da votação em plenário por R$ 400 mil e R$ 2 milhões para quem votar contra. O parlamentar, no entanto, não apresentou provas nem disse que estava sendo assediado.

A verdade é que a população não deve dormir no ponto, já conhecemos como o PT joga, talvez por isso tenha se mantido tanto tempo no poder, não há pudor em sujar as mãos, uma célula morre, como é o caso de José Genuíno, Zé Dirceu e João Paulo Cunha entre outros, nasce outras para fazer o que precisa ser feito.

O impeachment dependerá muito das vozes que virá das ruas, afinal tudo que esta acontecendo, é um clamor que veio das manifestações, de forma espontânea, onde famílias inteiras, cadeirantes, idosos e crianças  tomaram o Brasil, sem nenhum tipo de financiamento e infraestrutura como as que foram organizadas pelos movimentos sociais patrocinados pelo PT.

Então fica a dica...     

quinta-feira, 31 de março de 2016

APOIADORA DE DILMA, LETÍCIA SABATELLA RECEBEU R$ 1,5 MILHÃO ATRAVÉS DA LEI ROUANET

Valor foi usado para atriz virar cantora. Nesta quinta-feira, 31, ela mais uma vez apareceu ao lado de Dilma.

















Uma das maiores defensoras do governo da presidente Dilma Rousseff é a atriz Letícia Sabatella, que tem um longa relação de trabalhos com a Rede Globo, acusada de ser líder no golpe midiático contra Dilma pelos petistas. Nesta quinta-feira, 31, ela fez um discurso em Brasília defendendo a líder do Partido dos Trabalhadores, o PT. 
Não é a primeira vez que Letícia tece elogios à presidente e critica quem pede o seu impeachment. Ela já chegou a opinar até chamando de "maquiavélico" quem pede o impedimento de Dilma. De forma autorizada, Sabatella tem uma relação realmente positiva com o governo.

O que percebemos é que todos tem motivo para apoiar o impeachment ou defender, e fica cada vez mais imoral os motivos. A mega estrutura, recursos e motivação que levou apoiadores do Governo as ruas no dia de hoje, ninguém questiona quem financiou tudo isso? O que motiva realmente os movimentos sociais? Provavelmente fruto de corrução, sabemos que estas pessoal que estiveram hoje nas ruas por todo Brasil, são funcionários, 635 prefeituras do PT por todo Brasil e dos aliados, que  tem intenção muito clara, se manter no poder, e continuar com todos equipamentos públicos aparelhados pelo PT, isso é motivo de sobra para tudo que estamos vendo nos últimos dias, somos nós brasileiros que estamos financiando tudo isso. 

Bastante diferente, das manifestações populares, exemplo foi a ultima manifestação do dia domingo (13), onde vimos crianças, cadeirantes, idosos, famílias inteiras  nas ruas, onde a unica motivação foi a insatisfação mutua, corrupção, inflação, e mentiras do governo que na eleição de 2014 foi para o vale tudo e abusou da criatividade em mentir e maquiar a real situação do País. 
 
Um verdadeiro abismo um choque diferenciam os dois lados, de um lado um governo que usa os mais pobres, como massa de manobra e do outro lado um povo que não suporta mais conviver com mentiras, corrupção e um governo que acredita estar acima de tudo e todos em nome um projeto criminoso.