Escândalos Década de 2000.
Caso Luís Estêvão
Escândalo da Quebra do Sitio do Painel do Senado (envolvendo os presidentes do Senado, Antônio Carlos Magalhães e Jader Barbalho)
Caso Toquinho do PT
Caso Celso Daniel
Caso Lunus (ou Caso Roseana Sarney)
Operação Anaconda
Caso José Eduardo Dutra
Escândalo do Propinoduto
Escândalo dos Bingos(ou Caso Waldomiro Diniz)
Caso Kroll
Escândalo dos Correios (Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
Escândalo do IRB
Escândalo do Mensalão
Máfia do Lixo
Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou
Mensalão mineiro
Escândalo do Banco Santos
Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
Escândalo dos Fundos de Pensão
Escândalo do Mensalinho
Caso Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Também conhecido como Caso Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo)
Escândalo das Cartilhas do PT
Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
Escândalo das Sanguessugas (Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
Operação Confraria
Operação Dominó
Operação Saúva
Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
Escândalo do Dossiê
Escândalo da Renascer em Cristo
Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão)
Operação Navalha
Operação Xeque-Mate
Operação Moeda Verde
Caso Renan Calheiros ou Renangate
Caso Joaquim Roriz (ou Operação Aquarela)
Escândalo do Corinthians (ou caso MSI)
Caso de Fraudes em Exames da OAB
Operação Águas Profundas (também conhecida como Caso Petrobras)
CPI da Pedofilia [carece de fontes?]
Escândalo dos cartões corporativos
Caso Bancoop
Esquema de desvio de verbas no BNDES
Máfia das CNH's
Caso Álvaro Lins, no Rio de Janeiro
Operação Satiagraha ou Caso Daniel Dantas
Escândalo das passagens aéreas
Escândalo dos atos secretos
Escândalo do BNDES - Paulinho da Força Sindical
Caso Gamecorp
Escândalo da venda da Brasil Telecom
Escândalo dos Fundos de Pensão - Luiz Gushiken
Escândalo da Petrobras - Refinarias
Escândalo da Petrobras - ONGs
Escândalo da Petrobras - patrocínio de festas juninas
Escândalo do financiamento do MST
Escândalo do INCRA
Escândalo dos gastos dos jogos Panamericanos Rio
Escândalo da falência da Varig
Escândalo da Varilog e Dilma Roussef
Escândalo do Dossiê da Casa Civil - Dilma Roussef
Escândalo das obras do PAC
Escândalo da expropriação de ativos da Petrobras na Bolívia
Escândalo do "Apagão Aéreo"
Escândalo das licitações da INFRAERO
Escândalo dos Correios
CPI das ONGs
Operação Boi Barrica
Erenice Guerra
Ultimas Noticias
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Escândalos de 2010 Continuam em 2011.
1.Governador do Rio de Janeiro dá dispensa remunerada aos servidores estaduais para protestar
2.Senado autoriza parlamentares a utilizarem "passagens extras" em 2010
3.Tribunais Eleitorais não seguem a lei punindo os candidatos que já começaram a fazer campanha
4.Deputado Ernandes Amorim (PTB-RO) pede que a Câmara compre um jatinho para deputados
5.Gasto com publicidade de senadores cresce 52% em véspera de ano eleitoral
6.Senadores ganham diárias para ficar em casa
7.Deputados repassaram verbas públicas para empresas doadoras de campanha
8.Senado gasta R$ 6,4 milhões com despesas médicas de ex-senadores
9.2 mil faltas a mais na Câmara em 2009
10.Senado libera 274 funcionários de registrar presença
11.Fraude desvia R$ 2 milhões na Câmara
12.Deputado Waldemir Moka (PMDB-MS) pede voto com dinheiro público da Câmara
13.Deputado Sandro Mabel (PR-GO) diz ter ajudado a pagar carro para acusado de praticar golpe da creche na Câmara
14.Senado abona 8 de cada 10 faltas dos senadores
15.Câmara paga R$ 390 mil em horas extras no recesso
16.Senador Renan Calheiros (PMDB-AL) contratou "fantasma" exonerada por Sarney
17.Deputados eleitos presidentes de comissões são alvo no STF
18.Agaciel Maia, pivô do escândalo dos atos secretos, não é demitido
Fonte:pt.wikipedia.org
Uma CPI para que o Brasil não pare
Ernesto Zanon
A oposição ao governo federal tenta mais uma vez juntar pelo menos 171 assinaturas de deputados e outras 27 de senadores para que seja aberta uma Comissão Parlamentar de Inquérito mista para investigas as muitas denúncias de corrupção que pairam sobre alguns ministros da presidente Dilma Roussef (PT). Esta já é a quarta ou quinta tentativa feita pelos atuais parlamentares nos últimos meses, pedindo investigação em relação a peças importantes da administração federal. Como ainda conta com ampla maioria, o governo consegue se livrar de qualquer imbróglio que possa ameaçar o poder instituído.
Até aqui, a defesa do governo aponta para ações pontuais, já que a presidente andou promovendo algumas demissões, principalmente no Ministério dos Transportes, detonando até uma crise na base, com a ameça do PR, partido aliado, de sair do governo, depois que o titular da Pasta, Alfredo Nascimento, foi convidado a sair. Antes, quando Antonio Palocci ficou no centro das atenções e colocou todo o governo sob suspeita, ele acabou convencido a pedir demissão, esfriando qualquer tentativa da oposição de ir a fundo nas investigações.
Porém, neste momento, após uma série de denúncias que vêm de diferentes veículos importantes da grande mídia, Dilma Roussef prefere interromper a faxina, mantendo votos de confiança nos ministros da Agricultura e do Turismo, os dois que mais chamam a atenção neste momento. Coincidentemente, a dupla tem as bênçãos do PMDB, principal aliado do PT. Ou seja, não seria tão simples para a presidente tentar passar a vassoura nestes nomes já que sua governbilidade ficaria ameaçada.
Desta forma, corre-se o risco de as denúncias não serem devidamente investigadas, caso não haja vontade política.
Assim, justifica-se que o parlamento exerça seu papel de fiscalizar as ações do Executivo, abrindo uma comissão mista. Porém, trata-se de uma ação que não pode se transformar em uma caça às bruxas. Diferente disso, deve contribuir com a presidente para que ela consiga, de uma vez por todas, governar o país. Evitar a CPI neste momento pode colocar o Brasil em uma grave crise política, que prejudicaria a governabilidade. A faxina pregada por Dilma tem que ir muito além do que apenas varrer parte da sujeira para debaixo do tapete.
Fonte:guarulhosweb.com.br
A oposição ao governo federal tenta mais uma vez juntar pelo menos 171 assinaturas de deputados e outras 27 de senadores para que seja aberta uma Comissão Parlamentar de Inquérito mista para investigas as muitas denúncias de corrupção que pairam sobre alguns ministros da presidente Dilma Roussef (PT). Esta já é a quarta ou quinta tentativa feita pelos atuais parlamentares nos últimos meses, pedindo investigação em relação a peças importantes da administração federal. Como ainda conta com ampla maioria, o governo consegue se livrar de qualquer imbróglio que possa ameaçar o poder instituído.
Até aqui, a defesa do governo aponta para ações pontuais, já que a presidente andou promovendo algumas demissões, principalmente no Ministério dos Transportes, detonando até uma crise na base, com a ameça do PR, partido aliado, de sair do governo, depois que o titular da Pasta, Alfredo Nascimento, foi convidado a sair. Antes, quando Antonio Palocci ficou no centro das atenções e colocou todo o governo sob suspeita, ele acabou convencido a pedir demissão, esfriando qualquer tentativa da oposição de ir a fundo nas investigações.
Porém, neste momento, após uma série de denúncias que vêm de diferentes veículos importantes da grande mídia, Dilma Roussef prefere interromper a faxina, mantendo votos de confiança nos ministros da Agricultura e do Turismo, os dois que mais chamam a atenção neste momento. Coincidentemente, a dupla tem as bênçãos do PMDB, principal aliado do PT. Ou seja, não seria tão simples para a presidente tentar passar a vassoura nestes nomes já que sua governbilidade ficaria ameaçada.
Desta forma, corre-se o risco de as denúncias não serem devidamente investigadas, caso não haja vontade política.
Assim, justifica-se que o parlamento exerça seu papel de fiscalizar as ações do Executivo, abrindo uma comissão mista. Porém, trata-se de uma ação que não pode se transformar em uma caça às bruxas. Diferente disso, deve contribuir com a presidente para que ela consiga, de uma vez por todas, governar o país. Evitar a CPI neste momento pode colocar o Brasil em uma grave crise política, que prejudicaria a governabilidade. A faxina pregada por Dilma tem que ir muito além do que apenas varrer parte da sujeira para debaixo do tapete.
Fonte:guarulhosweb.com.br
Dilma Rousseff assinou hoje um termo de cooperação com o governador Geraldo Alckmin (PSDB)
Da redação Luiz Roiz
Governo e oposição fazem pacto nacional para combater a miséria.
Num evento organizado no Palácio dos Bandeirantes, a presidente Dilma Rousseff assinou hoje um termo de cooperação com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), visando erradicar a miséria absoluta que atinge cerca de 300 mil famílias, ou um milhão de pessoas, só no Estado de São Paulo.
Da mesma cerimônia participaram os demais governadores da Região Sudeste – Sérgio Cabral (PMDB do Rio), Antonio Anastasia (PSDB de Minas Gerais) e Renato Casagrande (PSB do Espírito Santo) – que também firmaram acordos semelhantes entre seus Estados e a Federação dentro de um programa nacional denominado Pacto Brasil Sem Miséria. “A miséria continua sendo nosso principal problema e principal desafio. Temos mais de 16 milhões de brasileiros vivendo na pobreza extrema. Esse problema só não é maior porque tivemos um governo nos últimos anos que foi capaz de levar para a classe média cerca de 40 milhões de pessoas, ou seja, uma Argentina”, disse a presidente Dilma, referindo-se ao período de governo do ex-presidente Lula (PT).
Falando para um auditório lotado com senadores, deputados, prefeitos e outras autoridades, a ministra do Desenvolvimento Social, Teresa Campello, disse que 2,7 milhões de brasileiros residentes no Sudeste serão alvo do programa, pois “vivem em bolsões de pobreza” e, segundo a ministra, muitas vezes invisíveis por estarem fora dos grandes centros urbanos. No Estado de São Paulo, a ministra citou o Vale do Ribeira como região prioritária para receber o auxílio que vai somar recursos do programa federal Bolsa Família, com o do Renda Cidadã, desenvolvido pelo governo paulista.
Inicialmente, no Estado de São Paulo, serão contempladas 100 cidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). O programa será expandido para mais municípios nos anos seguintes. As medidas beneficiarão aproximadamente um milhão de pessoas, cuja renda não alcança R$ 70 mensais. A secretaria estadual de Desenvolvimento Social dará início ao programa a partir de setembro. Em 2012 será utilizado um cartão único que reunirá os benefícios dos programas federal e estadual. “Identifico neste ato um momento de avanço do Brasil; ultrapassamos um período de disputas para unir esforços em prol dos que mais precisam”, disse Alckmin. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi a figura pública mais aplaudida pela plateia.
“É importante, necessário e imprescindível combater a miséria e a corrupção ao mesmo tempo. Esse é o propósito da presidente Dilma e ela irá conseguir”, comentou o senador paulista Eduardo Suplicy (PT), depois do evento. “O governo federal tem uma iniciativa importante nessa área e nós do Espírito Santo temos um programa desenhado para complementá-lo. Não se trata só de renda, mas de apoio em ensino e oferta de trabalho”, disse o secretário de Assistência Social do Espírito Santo, Rodrigo do Carmo.
Guarulhos receberá benefício do cartão único só em 2014.O cartão único começará a ser usado em Guarulhos a partir de 2014, pois o plano do governo estadual prevê uma expansão escalona a partir de 2012, quando os cem municípios mais pobres do Estado começarão a receber o benefício. Em 2013, o plano atingirá mais 458 municípios e, em 2014, completará o ciclo com os 87 municípios das regiões metropolitanas São Paulo, Campinas e Baixada Santista, com exceção de Itaquaquecetuba e Francisco Morato, que já começam a receber a partir do próximo ano.
“Hoje o governador Geraldo Alckmin deu um passo muito importante para a erradicação da pobreza ao assinar junto ao governo federal o Pacto Brasil Sem Miséria. Essa é uma questão que não deve ser partidarizada. Seria muito bom se esse tipo de parceria se tornasse comum, pois essa é a verdadeira forma de se fazer política”, avaliou o deputado federal tucano Carlos Roberto, com base eleitoral na cidade.
Da mesma cerimônia participaram os demais governadores da Região Sudeste – Sérgio Cabral (PMDB do Rio), Antonio Anastasia (PSDB de Minas Gerais) e Renato Casagrande (PSB do Espírito Santo) – que também firmaram acordos semelhantes entre seus Estados e a Federação dentro de um programa nacional denominado Pacto Brasil Sem Miséria. “A miséria continua sendo nosso principal problema e principal desafio. Temos mais de 16 milhões de brasileiros vivendo na pobreza extrema. Esse problema só não é maior porque tivemos um governo nos últimos anos que foi capaz de levar para a classe média cerca de 40 milhões de pessoas, ou seja, uma Argentina”, disse a presidente Dilma, referindo-se ao período de governo do ex-presidente Lula (PT).
Falando para um auditório lotado com senadores, deputados, prefeitos e outras autoridades, a ministra do Desenvolvimento Social, Teresa Campello, disse que 2,7 milhões de brasileiros residentes no Sudeste serão alvo do programa, pois “vivem em bolsões de pobreza” e, segundo a ministra, muitas vezes invisíveis por estarem fora dos grandes centros urbanos. No Estado de São Paulo, a ministra citou o Vale do Ribeira como região prioritária para receber o auxílio que vai somar recursos do programa federal Bolsa Família, com o do Renda Cidadã, desenvolvido pelo governo paulista.
Inicialmente, no Estado de São Paulo, serão contempladas 100 cidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). O programa será expandido para mais municípios nos anos seguintes. As medidas beneficiarão aproximadamente um milhão de pessoas, cuja renda não alcança R$ 70 mensais. A secretaria estadual de Desenvolvimento Social dará início ao programa a partir de setembro. Em 2012 será utilizado um cartão único que reunirá os benefícios dos programas federal e estadual. “Identifico neste ato um momento de avanço do Brasil; ultrapassamos um período de disputas para unir esforços em prol dos que mais precisam”, disse Alckmin. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi a figura pública mais aplaudida pela plateia.
“É importante, necessário e imprescindível combater a miséria e a corrupção ao mesmo tempo. Esse é o propósito da presidente Dilma e ela irá conseguir”, comentou o senador paulista Eduardo Suplicy (PT), depois do evento. “O governo federal tem uma iniciativa importante nessa área e nós do Espírito Santo temos um programa desenhado para complementá-lo. Não se trata só de renda, mas de apoio em ensino e oferta de trabalho”, disse o secretário de Assistência Social do Espírito Santo, Rodrigo do Carmo.
Guarulhos receberá benefício do cartão único só em 2014.O cartão único começará a ser usado em Guarulhos a partir de 2014, pois o plano do governo estadual prevê uma expansão escalona a partir de 2012, quando os cem municípios mais pobres do Estado começarão a receber o benefício. Em 2013, o plano atingirá mais 458 municípios e, em 2014, completará o ciclo com os 87 municípios das regiões metropolitanas São Paulo, Campinas e Baixada Santista, com exceção de Itaquaquecetuba e Francisco Morato, que já começam a receber a partir do próximo ano.
“Hoje o governador Geraldo Alckmin deu um passo muito importante para a erradicação da pobreza ao assinar junto ao governo federal o Pacto Brasil Sem Miséria. Essa é uma questão que não deve ser partidarizada. Seria muito bom se esse tipo de parceria se tornasse comum, pois essa é a verdadeira forma de se fazer política”, avaliou o deputado federal tucano Carlos Roberto, com base eleitoral na cidade.
Fonte:diariodeguarulhos.com.br
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Os vereadores guarulhenses retornam a realizar sessões hoje
Redação Wellington Alves - Fotografia Sidnei Barros
Os vereadores guarulhenses retornam a realizar sessões hoje, a partir das 14h, após o recesso parlamentar de julho. Sem a promessa de projetos polêmicos nos próximos meses, a expectativa dos parlamentares gira entorno das trocas partidárias que podem ocorrer até 7 de outubro. Após o prazo, os vereadores terão que se manter nas legendas para concorrer nas eleições municipais de 2012.
Para o líder do Governo, José Luiz (PT), existe a tendência de um aumento do número de vereadores na base aliada. Ele diz que a maior preocupação no semestre deve ser a resolução dos problemas de informática do Legislativo, além do andamento para a construção de uma sede própria. “Estou muito desapontado pelo caminho trilhado pela estrutura da Casa. Um defeito é que não somos chamados pelo presidente [Eduardo Soltur] para conversar sobre os problemas”, diz.
Segundo o líder da oposição, Geraldo Celestino (PSDB), a troca partidária pode ser favorável para enfraquecer o Governo. “O prefeito tem uma base flutuante. Podemos negociar desta vez uma cota de emendas para os vereadores no orçamento”, diz. Ele afirma ser favorável a vinda de integrantes do Centrão para a oposição, mesmo que tenha de perder o posto de líder do grupo.
O Centrão “muito provavelmente” irá migrar para a oposição em outubro, segundo o vereador José Mário (sem partido), um dos líderes do bloco. O grupo contará a partir de hoje com o vereador Alan Neto (DEM), que ficará no lugar de Novinho Brasil (PTN), que retorna à base governista.
Fonte:folhametro.com.br
Vereadores terão de devolver verbas
Wellington Alves
Ulisses Correia tem uma dívida de mais de R$ 200 mil até 2007.
A Secretaria Municipal de Finanças está parcelando a devolução de verbas indenizatórias e 13º salários recebidos por vereadores em 2002. Os gastos foram considerados irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo. Alguns parlamentares se negam a restituir os valores aos cofres municipais e preferem aguardar definição judicial.
O Ministério Público do Estado (MPE) de São Paulo recomendou que a Prefeitura de Guarulhos cobrasse a dívida dos parlamentares da época. A Promotoria instaurou inquérito civil – ainda não concluído – pelos vereadores terem recebido pagamentos irregulares sem comprovação de despesas e em desconformidade à Constituição.Os valores questionados pelo TCE e MPE foram instituídos quando Ulisses Correia (PT), atual secretário municipal de Assistência Social e Cidadania, era presidente da Câmara Municipal.
A Folha Metropolitana apurou que os vereadores que não restituírem à Secretaria de Finanças podem ser incluídos na dívida ativa do município. Em nota, a pasta diz que não tem todas as informações para passar sobre quantos vereadores fizeram acordos, as condições de financiamento e punições, mas que conseguirá isso no fim de agosto.
Parlamentares confirmam devolução
Os vereadores Paulo Roberto Cechinatto (PP) e Silvana Mesquita (PV) confirmam que financiaram a devolução dos valores cobrados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo por verbas indenizatórias e 13º salários em 2002. Os dois disseram que queriam encerrar o problema e tiveram entendimento jurídico que deveriam restituir o dinheiro.
A atualização até 2007 previa devolução de R$ 57.538,66 por Silvana e R$ 44.485,34 por Paulo Roberto. Em nota, o prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida (PT), na época vereador, informou que iniciou o pagamento do valor devido em 15 parcelas.
A vereadora Luiza Cordeiro (PC do B) diz que recebeu uma ligação do secretário de Finanças, Nestor Carlos Seabra Moura, solicitando que ela fosse à secretaria conversar sobre a dívida. Ela afirma que ainda não se atualizou sobre a situação do débito. Já o atual secretário municipal de Assistência Social e Cidadania, Ulisses Correia, que era presidente do Legislativo na época, conta que não recebeu qualquer notificação de obrigação de pagamento.
Vereadores em 2002 que precisam devolver verbas irregulares
Aldo Mazioloum
Adílson Valente
Adriana Afonso
Alexandre Kise
Armando Matos
Auriel Brito
Edivaldo Moreira de Barros
Edmílson Americano
Edno Campagnucci
Edson Albertão
Ézio Balbino
Fausto André dos Santos
Francisco Cardoso Filho
Francisco Ferreira
Gasparino Romão Filho
Gilberto Penido
Helena Sena
João Dárcio Filho
Joel Bonfim da Silva
Jonas Dias
Jonas Bueno
José Carlos Dalan
José Luiz
José Paulo da Silva
Luiz Zappa
Luiza Cordeiro
Manoel Vicente dos Santos
Maria Helena Gonçalves
Otton Nelson de Paula
Paulo Carvalho
Paulo Roberto
Roberto Siqueira
Sebastião Almeida
Sebastião Alemão
Silvana Mesquita
Ulisses Correia
Waldomiro Ramos
Fonte:folhametro.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)



