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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Vice-prefeito rebate críticas e diz que atendimento nas UBS já avançou

Luiz Roiz
Carlos Derman chega aos 60 anos dedicando-se à dupla função de secretário da Saúde e vice-prefeito. Foi líder estudantil, dirigente sindical e vereador pelo PT. Disputou a Prefeitura em 1996, “fazendo campanha num fusquinha.” Hoje os tempos são outros, “democráticos”, e a cobrança por uma saúde melhor é aberta - e penosa. “Não há dinheiro que chegue, apesar de 30% do orçamento municipal serem destinados ao setor”. 


Diário de Guarulhos – Há muita grita sobre o sistema público de saúde em Guarulhos. Com responde a elas?

Carlos Derman – A saúde sempre será alvo de reclamação de muitos. Isso porque, por maiores sejam os investimentos feitos no setor, sempre que alguém fica doente quer ser atendido na hora e com qualidade. Isso nem sempre é possível. É preciso considerar que a Prefeitura investe cerca de 30% do orçamento em saúde. Não há como exigir mais. Até porque os recursos para outras áreas, como saneamento, habitação, esporte e outras, acabam influenciando também a saúde dos cidadãos. Temos hoje uma demanda superior à nossa capacidade de atender com rapidez. Isso é evidente. Guarulhos cresceu muito a partir dos anos 60, a população multiplicou por três e serviços públicos não foram ampliados na mesma proporção. Nos últimos onze anos, entretanto, a Prefeitura aumentou a oferta dos serviços. Mas reconhecemos que é ela ainda insuficiente. Vale lembrar o crescimento da população de idosos, um contingente que requer cuidados especiais e mais onerosos.

DG – Quais são as maiores deficiências?

CD – A quantidade de leitos hospitalares não é suficiente. Faltam alguns serviços de alta complexidade, principalmente em oncologia. Temos menos oferta de fisioterapia do que o necessário e também poucos médicos em algumas especialidades. Mas este último não é só um problema de Guarulhos. Ocorre em todo Brasil. Apesar de termos elevado os salários desses profissionais em 30% nos últimos anos, é difícil preencher todas as vagas. Guarulhos tem só 750 médicos residindo na cidade. Só a Prefeitura emprega 1.500. Então existe o problema de deslocamento. Além, é claro, da ausência de uma faculdade de medicina aqui. 

DG – Quais pontos avançaram?

CD – Damos prioridade à atenção básica, nas UBSs (Unidade Básica de Saúde). São 68 atualmente. Estamos erguendo mais duas, a Nova Bonsucesso e Parque Primavera, até o final do ano. O problema não é tanto a quantidade, mas a má distribuição. Algumas instalações são adaptadas. Estamos trabalhando nisso também. Zeramos a fila para mamografia, eletroneuro e outros exames. Também considero altamente relevante o atendimento residencial. Muitos pacientes não necessitam de internação, uma condição que favorece a propagação de infecções e prejudica psicologicamente o indivíduo. Nosso Hospital Municipal de Urgência (HMU) está atendendo uma média de 50 pacientes/mês em suas residências. Não chega a ser um home care, pois não temos cuidadores fixos ou equipamentos móveis complexos, mas fornecemos medicamentos, insumos, visitas periódicas de forma a ajudar na recuperação. O mesmo serviço existe nas UBSs. Até fraldas geriátricas e oxigênio os pacientes recebem em seus lares.

DG – O hospital Carlos Chagas acaba de fazer importante ampliação de suas instalações. Como compara essa instituição com a rede pública?

CD – Felicito o Carlos Chagas por essa conquista. Em Guarulhos, cerca de 40% da população têm plano de saúde, o que permite atendimento em hospitais privados. É bom lembrar, entretanto, que a maior parte desses usuários muitas vezes é obrigada a recorrer ao SUS, seja para hemodiálise, remédios e outros casos, como longa permanência em UTI. De qualquer forma, o sistema particular de saúde desafoga a demanda da rede pública. Mas recebemos muitos pedidos de transferência para o SUS. A Prefeitura também auxilia hospitais filantrópicos deficitários, como o Stella Maris e o Jesus, José e Maria.

DG – Qual sua avaliação hoje sobre o elevado número de mortes no Hospital Municipal da Criança em 2011, o que levou à interdição da UTI?

CD – A interdição foi feita pela Vigilância Sanitária do Município e do Estado. Percebemos que a maioria dos 14 óbitos registrados num curto período de tempo ocorreu em pacientes portadores de doenças graves, inclusive vindos de outras cidades. Só em dois ou três casos existe a suspeita de infecção hospitalar, um fenômeno até certo ponto comum nesse ambiente. Depois da interdição, reformamos a instalação e ministramos novos treinamentos ao pessoal encarregado. Afirmo que eram cumpridos, ao menos minimamente, os regulamentos sanitários. Mas é sempre possível melhorar. É o que estamos fazendo.

DG – Em relação às drogas, quais as ações do município?

CD – Além do trabalho do CAPS (Centro de Atenção PsicoSocial Álcool e Drogas), estamos estruturando um abrigo para menores dependentes. Nosso Consultório de Rua vai atrás dos pontos de viciados, como na chamada cracolândia da favela Parmalat, na Vila Galvão, transportando uma equipe multidisciplinar de atendimento. Evitamos a associação com o polícia para não afastar as pessoas que necessitam de auxílio.

DG – Como responde aqueles que o criticam por não ter formação na área de saúde?

CD – Gerir a saúde do município é um trabalho de equipe. Envolve aspectos econômicos, jurídicos, médicos e outros. Ninguém tem formação tão ampla assim. Felizmente, trabalho com uma equipe de alta qualidade, sem a qual não seria possível realizar o que estamos fazendo.

DG – A saúde será tema eleitoral este ano?

CD – A saúde é e sempre será um tema muito explorado nos debates políticos. Vira vidraça em época de eleição, como esta. E não faltam aqueles prontos a disparar seus estilingues. Mas estou disposto a debater com quem se apresentar.

DG – Pretende acompanhar o prefeito na busca pela reeleição?

CD – Estou à disposição da coligação que governa Guarulhos. Sou um militante. Tenho orgulho de estar servindo administrações preocupadas com a saúde da população, a do Elói Pietá e do atual prefeito, Almeida. Preservo meus ideais da juventude, focados nas transformações sociais, só que agora vivo num País muito mais justo e democrático.
Fonte:diariodeguarulhos.com.br

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

USF sofre com falta de médicos e de medicamentos

Por: Laís Domingues

A Unidade de Saúde da Família da Rua Pessegueiro, no Continental II, tem sido alvo de reclamações de seus usuários. Apesar do bom atendimento dos médicos, os pacientes denunciam a falta de médicos suficientes para atender as diferentes áreas da região, o que tem dificultado a marcação de consultas e até mesmo retornos, e de medicamentos como antialérgicos e antibióticos.

A aposentada Maria Isabel Vieira Viana, de 63 anos, afirma que de tempos em tempos os médicos deixam de atender na unidade, o que faz com que tratamentos sejam descontinuados e as marcações de consultas sejam dificultadas.

“Chegamos a ficar quatro meses sem médicos, com apenas uma atendendo todos. Agora chegou uns médicos, mas mesmo assim conseguir uma consulta não é fácil. Passei com o clínico geral em setembro e só consegui marcar retorno para 12 de dezembro”, afirmou, ressaltando que, para conseguir a marcação do retorno, foi no primeiro dia útil do mês.

“Se for no segundo dia as vagas já estão esgotadas.”

A dona de casa Albertina Rosa Rocha, de 40 anos, disse que costuma ter dificuldades de encontrar antialérgicos na farmácia da unidade, além de afirmar que, do agendamento até a realização da consulta, o prazo mínimo normalmente é de 30 dias, isso em casos menos rotineiros.

Albertina reclama ainda da falta de orientação correta aos pacientes. “Fui com meu irmão com derrame facial na unidade e eles nos encaminharam para outro posto, só depois fomos orientados a ir a um hospital. Isso retardou o atendimento.”

A única paciente a elogiar a unidade foi a dona de casa Estefânia Soares, de 26 anos, que afirma ter conseguido marcar consulta com certa facilidade.

Mas a própria dona de casa fez uma ressalva. “Acredito que dependa do problema da pessoa. Como o meu era de maior gravidade, deve ter sido mais rápido”, disse.

Secretaria diz que contratou dois médicos.

Sobre a falta de médicos, a Secretaria de Saúde afirmou em nota que contratou mais dois médicos para a unidade no mês passado, e que, com as novas aquisições, a unidade passa a contar com quatro médicos, completando o quadro.

De acordo com a secretaria, ocorre que uma das médicas está de licença-maternidade, devendo retornar ao trabalho no próximo mês, por isso a unidade ficou com quadro reduzido a um médico por algum tempo, mas a pasta ressalta que a situação está solucionada.

Com relação aos questionamentos sobre a falta de medicamentos, a secretaria afirmou que a reclamação é improcedente, inclusive para o Floxacin, que, segundo a pasta, foi dispensado normalmente.


Fonte: folhametro.com.br

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Média de médicos no estado é de 2,58 por mil habitantes; em Guarulhos proporção é de 0,7

A média de distribuição médica em Guarulhos é três vezes menor do que a do Estado de São Paulo. De acordo com o levantamento divulgado nesta quarta-feira pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) no Estado são 2,58 médicos para cada 1.000 habitantes, enquanto o número de profissionais na cidade é de 0,70, ou seja, 3,6 menor.

A Secretaria Municipal de Saúde tenta minimizar o problema com abertura de concursos públicos. Em outubro a Prefeitura lançou processo para contratação emergencial de 36 médicos nas mais variadas especialidades, como socorrista psiquiatra, clínico geral, fisiatra, reumatologista pediatra, geriatra e médico de família. Contudo, a oferta acaba não atraindo os médicos para a cidade

Na opinião do vereador e cardiologista, José Mário (PSDB), o mercado guarulhense ainda é pouco atrativo, o que justifica essa baixa procura. "A solução seria importar médicos de cidades circunvizinhas, uma vez em que Gurulhos não conseguimos aumentar essa oferta", afirmou o cardiologista que ressaltou que o ideal seriam três médicos para um grupo de mil habitantes.

O estudo revelou ainda que os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) têm quatro vezes menos médicos que os do setor privado. Em Guarulhos, essa realidade é vista principalmente nas regiões mais distantes do centro, como ocorre no Água Azul, que conta apenas com um médico, ou na UBS Jardim Cumbica I que possui dois profissionais para atender quatro mil famílias distribuídas em cinco bairros - Tijuco Preto, Vila Alzira, Jardim Oliveira, partes do Jardim Cumbica e da Vila Isabel.

A média nacional ficou com 1,95 médico por grupo de 1.000 habitantes e na região Sudeste são 2,61 profissionais.

fonte:guarulhosweb.com.br

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

PA Dona Luiza alaga e interrompe atendimento médico

Por: Deisy de Assis
O atendimento médico no Pronto Atendimento (PA) Dona Luiza, no Pimentas, foi interrompido na tarde de ontem. O motivo foi a ocorrência de um alagamento da unidade após a chuva.


Funcionários do local explicaram que a água surpreendeu os pacientes e trabalhadores quando começou cair dos pontos de instalação de lâmpadas do segundo andar do prédio, onde funciona a Unidade Básica de Saúde (UBS) Dona Luiza.

“A água foi tanta que alagou o andar debaixo também”, disse uma funcionária que não se identificou, referindo-se ao andar térreo, onde funciona o PA com atendimento 24h.

No local a reportagem presenciou diversos pacientes sendo dispensados. A dona de casa Maria Ivanilda Moraes alves, 24, tentou retirar medicamentos para um tratamento e não conseguiu. “Se fosse uma emergência, até levarem o doente para outro local poderia ser tarde”, diz.

A Prefeitura informou que o alagamento foi provocado por acúmulo de folhas nas calhas e que a Defesa Civil Municipal solucionaria o problema na unidade.

O aposentado Denival Almeida Silva, 71 anos, resume a situação como sendo “uma covardia” e menciona a necessidade de obras de reparos no prédio, as quais já deveriam ter ocorrido.

Unidade de saúde segue sem reforma

A Folha Metropolitana acompanha a situação da unidade desde julho, quando surgiram denúncias das condições precárias. A Prefeitura prometeu reformas.

Em reportagem de 17 de setembro as paredes recebiam pintura sobre a umidade, mas não havia obra no local. Já no dia 9 deste mês, terminada a pintura, pacientes e funcionários mencionavam a ausência de obras, ao passo que a Secretaria Municipal de Saúde afirmava que os trabalhos seguiam o cronograma nos setores elétrico e hidráulico.

A Pasta disse que a pintura antes da obras ocorreu para que o PA, no andar térreo, pudesse comportar a UBS, do andar superior, para que as intervenções fossem iniciadas no primeiro andar.

fonte:folhametro.com.br

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Secretaria de Saúde seleciona médicos em caráter emergencial

Profissionais podem se inscrever para uma das 36 vagas oferecidas na cidade.
Estão abertas as inscrições para contratação emergencial de médicos para a Secretaria Municipal de Saúde. São 36 vagas oferecidas com salários que podem chegar a R$ 12.687,39. Os profissionais interessados podem se inscrever através do telefone (11) 2472-5049 ou pelo e-mail rhsaude@guarulhos.sp.gov.br. Quem preferir, pode ir diretamente à sede da pasta, que fica na rua Íris, nº. 320, Gopoúva, das 8h às 16h.

No ato da inscrição é necessário apresentar um currículo simples, xerox de diploma frente e verso, do certificado de especialidade e do cadastro no CRM-SP. São oferecidas 3 vagas para socorrista psiquiatra, 15 para clínico geral, uma para fisiatra, uma para reumatologista pediatra, uma para geriatra e 15 para médico de família. As contratações acontecerão em regime de Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT, por um período de 12 meses, prorrogáveis por mais 12.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

PSDB defende instauração de CEI para apurar morte de 14 crianças no HMC

As 14 mortes de crianças registradas no Hospital Municipal da Criança (HMC), entre 7 de abril e 3 de junho deste ano, foram pauta em reunião do PSDB, realizada hoje, e também serão discutidas pelo PV amanhã. Cada partido discutiu separadamente o assunto, e ambos defentem a instauração de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar o caso.

O vereador Eduardo Carneiro (PSDB), que também é médico, disse que o momento para discutir a instauração da CEI é agora. “No momento das mortes, a emoção falou mais alto que a razão. Diferentemente do que podem pensar, não esquecemos das 14 mortes que devem ser esclarecidas para a população da cidade.”

Ele ainda afirmou que os óbitos foram consequencia de negligência por parte do poder público. “O secretário de Saúde (Carlos Derman) não entende nada de administração hospitalar. Ele errou por ter assumido a pasta e também errou quem o indicou para o cargo, nosso chefe do executivo.”

Ele apontou como falhas no HMC a situação do ar-condicionado da UTI, ferrugem nos suportes de soro e falta de higiene. “A Secretaria de Saúde menosprezou a situação e por não entender da área (saúde) falhou.”
O presidente do PV, Jovino Cândido, informou que uma reunião sobre as mortes do HMC será realizada hoje com membros do partido.

Ele adiantou que apoiará qualquer partido o qual proponha a instauração da CEI. “O PV é a favor de que se investigue este caso e, nesta situação, as questões partidárias não importam, o que importa é a verdade.”

fonte:diariodeguarulhos.com.br

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Morte de criança provoca manifestação na região central

Garoto faleceu no último dia 18 de agosto em decorrência de um tumor cerebral.
Marianna Falcão - Foto: Silvio Cesar           
Em protesto contra a morte do menino Lucas Brito dos Santos Araújo, 7 anos, ocorrida no dia 18 de agosto em decorrência de um tumor cerebral, familiares e membros do Sindicato dos Condutores de Guarulhos (Sincoverg-CUT) realizaram uma manifestação em frente à unidade do convênio Seisa, na avenida Esperança, no Centro, nesta segunda-feira de manhã.

O motorista e pai da criança, Luzimar Gomes de Araújo, 35, acredita que o ato público é uma forma de denunciar o mau atendimento que o filho recebeu no convênio. A mãe, Rita de Cássia Brito, 29, relata que o filho deu entrada no atendimento do convênio por três vezes com muita dor de cabeça, e mesmo assim a Seisa se recusou a princípio a fazer uma tomografia. "Precisei brigar para o médico solicitar o exame e ainda tive que presenciar a perda do meu filho em meus braços. O convênio poderia ter sido mais rápido para encaminhar o Lucas para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI)".

Em nota, a Seisa Assistência Médica declara que no dia 11 de agosto, foi realizado raio-x dos seios da face porque o paciente apresentava cefaleia, sendo diagnosticada uma sinusite aguda. Novamente no dia 17, a criança deu entrada na Seisa Unidade de Urgência com queixa de cefaleia, sem vômitos e sem febre. Após avaliação médica do pediatra, foi solicitado exame de tomografia computadorizada de crânio.

O laudo da tomografia constava imagem sugestiva de tumor cerebral, que deveria ser confirmada através de exame de ressonância magnética, que ficou agendado para a manhã seguinte, no primeiro horário, visto que o exame exige preparo.

Em 18 de agosto, às 08h45 o paciente Lucas foi removido para o Hospital Carlos Chagas para realização da ressonância. Confirmado diagnóstico, foi solicitada internação pelo Hospital Carlos Chagas, em UTI Infantil, o que foi atendido prontamente. O paciente foi internado pelo Pronto Socorro da instituição, indo a óbito às 14h50, do mesmo dia. De acordo com a necropsia, a causa da morte foi um processo expansivo de fossa posterior, ou seja, tumor cerebral de fossa posterior.

Segundo o presidente do sindicato e vereador, Orlando Maurício Júnior, Brinquinho, que também estava presente no protesto, o Departamento Jurídico do Sincoverg-CUT já entrou com uma ação judicial contra o convênio.

Fonte:guarulhosweb.com.br

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pai acusa erro de diagnóstico em mais uma morte no HMC

Marianna Falcão - Foto: Sílvio Cesar
Menina de dois anos de idade faleceu na madrugada da última sexta.Um mês depois da reabertura da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal da Criança e do Adolescente (HMCA), uma nova morte foi registrada. Nicolly Pontes, de dois anos e meio, faleceu na última sexta-feira pela manhã, por volta da 5h. A UTI foi interditada em 1º de junho, após a incidência de 14 mortes de crianças no período de apenas 47 dias - entre abril e maio.

Nicolly ficou internada no HMCA desde às 21h desta quinta-feira com suspeita de meningite. No entanto, um suposto erro médico no primeiro atendimento que a criança recebeu no Policlínica do Jardim Paraíso pode ter provocado a causa da morte da menina, segundo afirma o pai da menina Expedito Flaciano Pontes, 34 anos.

"O primeiro médico que prestou assistência à minha filha no Pronto Atendimento do Paraíso disse que ela estava apenas com a garganta inflamada. Ela tomou um medicamento para baixar a febre e depois de duas horas tomou uma dose de bezetacil", afirmou.

Pontes afirma que a criança retornou para casa mas começou a apresentar reações, como manchas roxas no corpo. "Ela já estava com algumas feridinhas debaixo do braço, mas depois de um tempo notei que ali foi o primeiro lugar que começou a ficar roxo. Não passou nem duas horas e todo o corpo já estava coberto de manchas roxas".

Levada novamente para o PA Paraíso, Nicolly recebeu atendimento com um outro médico, que diagnosticou sintomas de meningite. Encaminhada para o HMCA, a criança foi acompanha pelo próprio médico do PA, que ainda comprou um remédio para tentar reverter a situação do quadro clínico.

A Secretaria Municipal de Saúde informa que a causa do óbito da criança foi meningite com meningococcemia, cuja evolução se apresenta subitamente e de forma fulminante, sendo que os sintomas iniciais são inespecíficos.

A pasta ainda esclarece que a paciente deu entrada na Policlínica Paraíso às 9h13 de quinta-feira, apresentando febre e exame físico normal. Retornou à policlínica às 20h30 do mesmo dia, momento em que foi diagnosticada a suspeita da doença e realizada a transferência imediata para o HMCA, onde veio a óbito às 5h15 desta sexta-feira.

Fonte:guarulhosweb.com.br

Alckmin garante que ala de oncologia no Hospital Geral estará pronta neste ano

Governo do Estado já investiu R$ 1,3 milhão nas obras e equipamentos para o tratamento do câncer no município.O governador Geraldo Alckmin anunciou a conclusão das obras do centro de oncologia no Hospital Geral de Guarulhos, no Parque Cecap, para o final do ano. A declaração foi feita durante visita no último sábado para a oficialização do repasse de R$ 7,2 milhões para o Hospital Stella Maris.

A ala é um anexo que está sendo construído desde 2009 e abrigará o serviço de oncologia, com central de quimioterapia e radioterapia, atendimentos ambulatoriais e cuidados paliativos. O serviço está em fase se conclusão de obras e equipagem e contou com um investimento, até o momento, de R$ 1,347 milhão.

Atualmente Guarulhos possui em média 800 pacientes de quimioterapia e 700 de radioterapia que são diariamente encaminhados às cidades de Mogi das Cruzes e São Paulo para tratamento. Com a nova ala, a cidade estará entre os municípios referência no tratamento da doença.

"Somente o tamanho da população de Guarulhos já justificaria a implantação de um centro de oncologia na cidade. Isso é um verdadeiro absurdo, principalmente se considerarmos o sofrimento de uma pessoa que luta contra o câncer. Um centro de oncologia na cidade é questão de necessidade" afirmou o deputado federal Carlos Roberto (PSDB).

Inaugurado em 2000, o Hospital Geral de Guarulhos Professor Waldemar de Carvalho Pinto Filho é o maior da cidade com área construída de 23.690 m² e 340 leitos distribuídos em áreas como pediatria, ginecologia, clínica médica, obstetrícia, ortopedia e serviço de neurotrauma. Além do centro cirúrgico, UTI, unidade de neonatologia e pronto socorro adulto e infantil. Há também laboratórios de análises clínicas e um serviço de diagnóstico por imagem com quatro salas de radiodiagnóstico, uma sala de mamografia, uma de tomografia e outra de ultrassonografia, ecocardiograma e ressonância magnética.

Fonte: guarulhosweb.com.br

Aumento de 40% para servidores da Saúde entra na pauta da Assembleia

Caso seja aprovado, reajuste deve beneficiar 80 mil funcionários ativos e inativos.O governador Geraldo Alckmin enviou à Assembleia Legislativa na última sexta-feira, projeto de lei que prevê ampla reestruturação nas carreiras da Saúde e das àreas administrativas, incluindo reajustes de até 40%, retroativos a 1º de julho.

As medidas beneficiarão mais de 80 mil servidores, ativos e inativos. O impacto anual das medidas anunciadas chega a R$ 270 milhões/ano. Os servidores da Saúde com carreiras regidas pela Lei Complementar 674/92 também passarão a ter cargos em classes mais abrangentes. Essa adequação das carreiras dará aumentos de 9% a 40% nos salários e maior flexibilidade na atuação dos profissionais, permitindo uma gestão mais moderna e eficiente dos serviços de saúde.

Fonte:guarulhosweb.com.br

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

UBS da Vila Carmela não comporta demanda da população do Bonsucesso

Marianna Falcão - Foto: Sílvio Cesar.
População reclama da demora nos atendimentos na única unidade básica da região.
A Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Carmela, em Bonsucesso, não suporta a demanda do bairro e realiza atendimentos com morosidade. Os pacientes que recorrem aos serviços de saúde da unidade estão insatisfeitos com a demora para poder passar em consulta e para retirar encaminhamentos.

A dona de casa Ana Cláudia Santos Gomes, 30 anos, precisou esperar mais de duas horas para conseguir um encaminhamento para o marido dela, que tem necessidade com urgência de passar na especialidade de ortopedia.

Além da longa espera, Ana Cláudia precisou ficar de pé do lado de fora da UBS da Vila Carmela, porque estava acompanhada do filho de colo, que ainda apresentava as feridinhas da catapora. "Na recepção me informaram que eu teria que aguardar a ordem das senhas da mesma forma como as outras pessoas. Mesmo estando com uma criança com catapora não tive preferência para ser atendida".

O projetista de máquina, Ilo Carneiro de Arcanjo, 65 anos, salienta que os idosos passam por constrangimento na hora de serem atendidos. "Deveria existir atendimento eletrônico com prioridade aos idosos". Além disso, Arcanjo também desabafa que por falta de outras unidades de Saúde os moradores dos demais bairros como o Bambi, Álamo, Bonsucesso e Água Azul também são obrigados a recorrer à UBS da Vila Carmela, o que aumenta ainda mais a demora no atendimento.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde a UBS conta com três pediatras, três ginecologistas, três cirurgiões dentistas e um clínico geral. Atende em média 300 pessoas por dia e, na próxima semana, já deve criar um balcão de informações e de atendimento exclusivo para os idosos.

A pasta também esclarece que nenhum paciente fica sem assistência, sendo que os casos mais graves são atendidos com prioridade. Para ampliar o atendimento na região, já existe projeto e terreno para a implantação de mais uma UBS na Vila Nova Bonsucesso No momento, a Secretaria aguarda a autorização da Caixa Econômica Federal para iniciar as obras.

Fonte:guarulhosweb.com.br

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Estado libera R$ 8,2 mi do Fundo Nacional de Saúde para Guarulhos

Verba total do Ministério da Saúde para o estado foi de R$ 597 milhões.

O estado de São Paulo recebeu R$ 597 milhões do Ministério da Saúde durante a primeira quinzena de setembro. O valor foi destinado aos 645 municípios paulistas pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS). Do total repassado, R$ 67,6 milhões pelo bloco da Atenção Básica, R$ 508 milhões pelo bloco da Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar (MAC), R$ 18,4 milhões da Assistência Farmacêutica e R$ 3,1 milhões para o bloco Investimento.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Índice de mortalidade infantil na cidade aumenta em 2010 devido à expressiva queda em 2009

Justificativa é da Secretaria de Saúde, que registrava decaída nos índices desde 2005.
Após a divulgação dos resultados da Fundação Seade relacionados à mortalidade infantil em todo o estado, onde apontou que Guarulhos apresentou um crescimento de 16,5% em relação a 2009, a Secretaria de Saúde do município informou que na verdade o que houve foi uma queda atípica há dois anos, resultando neste aparente crescimento.

Em 2009 o índice era de 10,94 óbitos, sendo a marca abaixo do nível nacional, no ano passado o número voltou a subir e o município registrou 12,7 óbitos de crianças menores de um ano de idade a cada mil nascidas vivas. De acordo com a pasta os índices veem sofrendo queda desde 2005, quando registravam 14,66. Já em 2006 (13,99), em 2007 (13,97) e 2008 (13,30).

Segundo a Secretaria, a queda apresentada nos últimos anos é reflexo da adesão do município ao Pacto de Redução pela Mortalidade Materna e Infantil, onde há um investimento nas maternidades públicas, com a aquisição de novos equipamentos, e na criação de mais leitos, com a inauguração da maternidade do Hospital Municipal Pimentas Bonsucesso.

Além disso, há outros investimentos, como a criação do Comitê de Mortalidade Materno-Infantil, que atua no sentido de apontar as necessidades de intervenções para se evitar mortes, no desenvolvimento de ações de incentivo ao aleitamento materno e na ampliação das coberturas vacinais e da estratégia Saúde da Família, bem como a participação em programas sociais, como o Bolsa-Família, de geração de trabalho e renda, além de intervenções em saneamento básico e para a diminuição do analfabetismo.

A mortalidade infantil é o principal indicador da saúde pública segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Durante o período da última medição, nasceram em Guarulhos 20.405 crianças, destas 259 morreram.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

HMCA voltara às atividades após obras para reduzir riscos

Depois de quase três meses, UTI onde morreram 14 crianças será reaberta hoje.
Redação Guarulhosweb.    

Depois de ficar interditada por 86 dias, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal da Criança e do Adolescente (HMCA) será reaberta hoje. Fechada em 1º de junho, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou a entrega da unidade nesta sexta-feira.

O local foi interditado após as 14 mortes de crianças ocorridas na UTI em um período de apenas 47 dias - entre abril e maio. As falhas são alvo de investigação pelo Ministério Público do Estado. Segundo a pasta, a unidade passou por ampla reforma, atendendo as normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que visam a redução de risco aos pacientes. Entre as obras executadas, destacam-se a troca do piso, com a colocação de manta vinílica até o teto; implantação de portas revestidas em laminado melamínico e com visor em policarbonato cristal; colocação de vidros com tratamento contra raios ultravioletas; construção de visor entre ambientes e de lavatórios exclusivos para higienização das mãos com torneiras de acionamento automático; além de instalação de sistema de ar condicionado central externo.

Também foi criada uma antessala do isolamento da UTI com pressão negativa, que evita qualquer tipo de contaminação do ambiente, bem como foi revisada a rede de gases e construídos sanitário e sala de espera para acompanhantes. Além disso, os profissionais que atuam no hospital passaram por capacitações sobre os mais modernos protocolos e padrões técnico-científicos de assistência hospitalar.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Três mortes no HMCA ‘torturam até hoje’ ex-diretora.

Heloísa foi transferida após conclusão dos relatórios.
Carta enviada pela então diretora do Hospital Municipal da Criança e do Adolescente (HMCA), Heloísa Sampaio Ferreira de Castro, ao secretário da Saúde, Carlos Derman, no início de agosto, indica preocupação em relação às mortes de bebês no local entre abril e junho.

“Os três óbitos inconclusivos nos torturam até hoje. Sabemos que fizemos o melhor que podíamos nos três atendimentos, portanto, também não entendemos porque evoluíram negativamente, o que quebrou emocionalmente toda a equipe do HMCA”, diz Heloísa, no documento em anexo ao relatório final da Comissão Especial da Secretaria Municipal da Saúde que investigou as mortes de 14 crianças.

A Folha Metropolitana noticiou ontem, com exclusividade, que as comissões Especial e de Sindicância apontam que todas as mortes ocorreram nos plantões noturnos, entre 22h e 6h, sendo a maioria delas com a mesma equipe médica. Laudo da empresa White Martins mostra que válvulas reguladoras e fluxômetros estavam sendo utilizados “com possível contaminação interna dos ventiladores”.

Heloísa foi transferida da direção do HMCA para a Supervisão Regional de Saúde em 9 de agosto, uma semana após a conclusão dos relatórios das comissões. Ela escreveu cartas anexas aos dois relatórios justificando os procedimentos adotados.

Ela afirma que não poderia propor uma carta-compromisso de gestão porque não teria condições de cumpri-la. Diz que os gerentes executam diversas tarefas, o que “facilita o esquecimento de itens e pontos soltos que não deveriam existir”. Cita desentendimentos após o reajuste salarial dos médicos, que tiveram índices superiores aos da enfermagem.

Secretaria não suspeita que falhas na estrutura contribuíram para as mortes
As falhas estruturais na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal da Criança e do Adolescente (HMCA), interditado desde 1º de junho, não têm relação com os óbitos inconclusivos, segundo a Secretaria Municipal da Saúde.

A opinião dos médicos das comissões é divergente quanto ao número de óbitos inconclusivos – três ou quatro. A secretaria afirma que há casos em que é impossível concluir se as mortes poderiam ser evitadas.

De acordo com a pasta, a transferência da ex-diretora Heloísa Sampaio Ferreira de Castro não teve relação com o relatório final da Sindicância.

Óbitos que causam preocupação
Ex-diretora do HMCA, Heloísa Sampaio Ferreira de Castro, afirma não entender porque os casos evoluíram negativamente

R.V.C.B. – Morreu em 7 de abril na UTI do HMCA, depois de ficar três semanas internado. Após uma das aspirações ocorreu queda da frequência cardíaca, seguida de parada cardiorrespiratória. Durante a reanimação apresentou sangramento importante em vias aéreas, evoluindo para óbito.

D.E.S. – Deu entrada na UTI em 30 de abril com diagnóstico de invaginação intestinal. Em 2 de maio o quadro da criança evoluiu para estabilidade do quadro. Um dia depois, foi suspensa a sedação do bebê. Às 4h25, a criança apresentou bradicardia, seguida de parada cardiorrespiratória.

M.P.R. – Bebê nasceu prematuro de 33 semanas. Deu entrada no HMCA com diarréia aguda e desidratação severa em 8 de abril, saindo para a enfermaria cinco dias. Os pais tentaram transferir a criança para outros hospitais, sem êxito. Ela retornou à UTI no dia 29 de abril e teve parada cardiorrespiratória em 4 de maio.

Fonte:folhametro.com.br

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Câncer: homens são as principais vítimas no Brasil

Redação Guarulhosweb 

Maior exposição masculina a fatores de risco explica tendência.

Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde mostra que os homens são os que mais morrem vítimas de câncer no Brasil. As diferenças nos índices de morte entre os sexos são expressivas: 82,7 para cada 100 mil homens e 62,5 para cada 100 mil mulheres. Atualmente, o câncer é a segunda doença que mais causa mortes no Brasil e no mundo (75,5 mortes para cada 100 mil brasileiros), perdendo apenas para as doenças cardiovasculares.


Estudo da American Cancer Society, que levantou dados dos casos de câncer entre 1977 e 2006 nos Estados Unidos, confirma essa tendência também no exterior. Segundo a análise, feita com 36 tipos diferentes de câncer que afetam ambos os sexos, mais homens foram diagnosticados e morreram da doença do que mulheres. Leucemia, câncer de cólon e reto, pâncreas e fígado mataram até duas vezes mais homens do que mulheres. Além disso, o câncer de pulmão matou quase duas vezes e meia mais homens durante o período do que mulheres.

Vários fatores fazem a mortalidade masculina ser maior do que a feminina. Um deles é que a cada três mortes de pessoas adultas, duas são de homens. Eles vivem, em média, sete anos menos do que as mulheres e têm mais doenças do coração, câncer, diabetes, colesterol e pressão arterial mais elevada. Isso porque homens se expõem mais a situações de risco, como fumar e beber. Além disso, mulheres fazem exames com mais frequência (o que ajuda a diagnosticar o câncer em suas fases iniciais, facilitando o tratamento), são mais preocupadas com a saúde e com a alimentação saudável.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Da redação Carolina Soares
Parecer sobre Hospital Stella Maris deve sair nesta quarta-feira.
A Comissão especial formada para elaborar um parecer sobre o Projeto de Lei (PL) nº 197/11, que permite a concessão de R$ 10,2 milhões à Congregação das Filhas de Nossa Senhora Stella Maris, que administra o Hospital Stella Maris (HSM), se reúne amanhã, às 10h..

Segundo a vereadora Helena Sena (PSC), presidente da Comissão, o objetivo é enviar o parecer hoje mesmo para conhecimento da Prefeitura. “Devido à urgência da questão”, afirmou ela.

Os vereadores agora querem ver com o presidente da Câmara, Eduardo Soltur (PV), a possibilidade de convocar uma Sessão Extraordinária, na próxima terça-feira (23), para que sejam feitas a primeira e segunda votações, necessárias para aprovação do projeto.

O repasse será dividido mensalmente em 11 parcelas, sendo a primeira de R$ 2,7 milhões, assim que o projeto for aprovado, e as demais no valor de R$ 750 mil, entre os meses de setembro de 2011 até junho de 2012. O montante será depositado em uma conta do Banco do Brasil feita exclusivamente para este fim. Além disso, o PL prevê a criação de uma Comissão de Acompanhamento, constituída por técnicos da Secretaria Municipal da Saúde, Secretaria Estadual da Saúde e HSM.

Todas as despesas com fornecedores de materiais e serviços terão que ser aprovadas pela Comissão de Acompanhamento e pela Secretaria de Saúde. Também fica proibida a aquisição de bens móveis e imóveis com o auxílio previsto pelo projeto.

Fonte:diariodeguarulhos.com.br

Hospital da Criança tem nova direção

Juliana Aguiar Carneiro - Fotografia Sidnei Barros
Ex-diretora Heloísa Sampaio Ferreira de Castro do HMCA foi transferida para a supervisão da Região de Saúde Centro.
A médica ginecologista Heloísa Sampaio Ferreira de Castro não é mais a diretora do Hospital Municipal da Criança e do Adolescente (HMCA), localizado no Centro. A informação foi divulgada na sexta-feira (13), no Diário Oficial.

O local tem sido alvo constante de denúncias. A última foi feita no início deste mês por meio da promotora da Vara da Infância e Juventude de Guarulhos, Renata Gonçalves. De acordo com ela, o hospital opera sem alvará de funcionamento desde 2005, quando foi inaugurado. A promotora também é responsável pelo inquérito que investiga a morte de 11 crianças que estavam internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, interditada há mais de dois meses.

Heloísa deixa o HMCA e assume como supervisora da Região de Saúde Centro. “Cumpro a determinação do secretário de Saúde e recebo a indicação para coordenar a Região Central como um presente de Deus, pois acredito no potencial da Atenção Básica”, disse a ginecologista.

A pediatra Maria Luíza Ferreira Souza Vieira da Cunha deixa a supervisão da Região de Saúde Centro para assumir o HMCA. “Para mim, assumir o HMCA é um desafio enquanto pediatra, que luta pela consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS).”

Fonte:A médica ginecologista Heloísa Sampaio Ferreira de Castro não é mais a diretora do Hospital Municipal da Criança e do Adolescente (HMCA), localizado no Centro. A informação foi divulgada na sexta-feira (13), no Diário Oficial.


O local tem sido alvo constante de denúncias. A última foi feita no início deste mês por meio da promotora da Vara da Infância e Juventude de Guarulhos, Renata Gonçalves. De acordo com ela, o hospital opera sem alvará de funcionamento desde 2005, quando foi inaugurado. A promotora também é responsável pelo inquérito que investiga a morte de 11 crianças que estavam internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, interditada há mais de dois meses.

Heloísa deixa o HMCA e assume como supervisora da Região de Saúde Centro. “Cumpro a determinação do secretário de Saúde e recebo a indicação para coordenar a Região Central como um presente de Deus, pois acredito no potencial da Atenção Básica”, disse a ginecologista.

A pediatra Maria Luíza Ferreira Souza Vieira da Cunha deixa a supervisão da Região de Saúde Centro para assumir o HMCA. “Para mim, assumir o HMCA é um desafio enquanto pediatra, que luta pela consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS).”

Fonte:folhametro.com.br

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Base aliada faz ato de solidariedade ao prefeito

Por Wellington Alves - Fotografia Sidnei Barros


Comemoração Almeida e a mulher Lurdes foram à Câmara ontem.
O Partido dos Trabalhadores (PT) e os partidos da base aliada fizeram um ato de apoio ontem ao prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida (PT), na Câmara Municipal. Cerca de 400 autoridades municipais e militantes comemoraram o pedido de arquivamento do Ministério Público do Estado de São Paulo das denúncias que envolviam o prefeito por ingerência e desvio de verbas na ONG Água e Vida.

Para o presidente municipal do PT, Benedito Aparecido da Silva, o evento põe fim a uma tentativa de golpe pela Oposição. “Agradecemos a todas as lideranças que nos apoiaram naquele momento difícil”, diz.

Fonte:folhametro.com.br

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Aporte do Estado para o Hospital Stella Maris será de R$ 7,2 milhões

Redação Guarulhosweb
O repasse será efetuado de forma parcelada em prazo.
O governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria Estadual de Saúde, fará um aporte de R$ 7,2 milhões ao Hospital Stella Maris que passa por uma série crise financeira.
Em reunião ocorrida na manhã desta quarta-feira entre o secretário de Saúde de Guarulhos, Carlos Derman, o secretário adjunto da pasta estadual, José Manoel de Camargo Teixeira, e o coordenador das Regiões de Saúde do Estado, Affonso Viviani Junior, foram definidas as bases da ajuda conjunta das duas esferas de governo ao Stella Maris.
Segundo informou o secretário municipal de Guarulhos, Carlos Derman, o repasse será efetuado de forma parcelada em prazo que deverá ser definido nesta quinta pelas autoridades estaduais. Também foi acordada a instituição de uma comissão conjunta, com técnicos do Estado e do município, para acompanhar a utilização dos recursos.
Já a Prefeitura de Guarulhos, conforme anunciado nesta semana, irá repassar ao Hospital Stella Maris cerca de R$ 2,4 milhões a título de subsídio com recursos próprios, bem como dará continuidade às subvenções mensais no valor de R$ 200 mil para a maternidade do hospital.
Além disso, destinará aproximadamente R$ 2 milhões por mês pelos procedimentos realizados pelo SUS e manterá os repasses de insumos e medicamentos.