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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Moradores só conseguem chegar às casas por meio de pinguelas improvisadas no Lavras.

O acesso para a rua da Cerâmica, no Lavras, está comprometido e os moradores se viram com algumas pinguelas improvisadas sobre o córrego, que servem de pontes para 17 famílias passarem de um lado para o outro do bairro. A passagem é utilizada somente por pedestres, pois não há caminho para o tráfego de automóveis.

"A pinguela que construímos é provisória para ser utilizada apenas a pé. A única ponte que era possível trafegar com carro caiu há quase 15 anos. Se alguém precisar de socorro vai ter que ser levado no colo com o auxílio de outras pessoas", diz o eletricista Robson Francisco Matias, 25 anos.

Matias ainda comenta que precisa deixar o próprio carro longe da residência onde mora com a mãe e caminhar vinte minutos. "Não tenho como passar com o veículo até em casa, teria que trafegar por um caminho longo, precário e cheio de lama. Por isso, ele permanece estacionado próximo da moradia da minha irmã."

O cadeirante Augusto Rodrigues Batista, 43, sente ainda mais dificuldades de se locomover na condição em que se encontra, sem o movimento das pernas. "Quando tenho que sair de casa, peço ajuda para os vizinhos, porque é impossível atravessar o córrego e andar com a cadeira de rodas por cerca de 250 metros até chegar a uma avenida asfaltada".

Batista esclarece que por causa do difícil acesso à rua da Cerâmica, não consegue dar prosseguimento aos tratamentos de fisioterapia. "Antes contava com o transporte da ambulância, que vinha me buscar para as sessões de fisioterapia, mas se chovesse muito ficava ilhado e sem possibilidade de ir para a terapia". Além do difícil acesso, Batista também lamenta do córrego não ser limpo com frequência, que provoca enchente quando chove.

Com relação à ponte que era utilizada por moradores da rua da Cerâmica, no Lavras, a prefeitura informa que já programou vistoria no local para os próximos dias, para que sejam tomadas as devidas providências.

Fonte:guarulhosweb.com.br

sábado, 29 de outubro de 2011

Moradores do Recreio São Jorge reclamam de bocas de lobo e córrego canalizado entupidos

Quando ameaça chover, os moradores da rua Agudos do Sul, no Recreio São Jorge, já ficam apreensivos porque sabem que a água não terá para onde escoar. O córrego canalizado e as bocas de lobo estão entupidos há tempos. Apesar das solicitações de limpeza, nenhuma providência foi tomada até o momento.

"Já vai fazer quase três anos que não vejo as bocas de lobo e o córrego serem limpos, por isso quando cai qualquer chuvinha a rua fica cheia de água", declara a dona de casa, Leandra Santos, 37 anos, que reside na rua Agudos do Sul desde 1994. A moradia de Leandra fica na parte plana da via, onde se acumula toda água que vem dos dois lados íngremes da Agudos do Sul e mais a que desce da rua Carpina.

A dona de casa, Denise Potiguara Coelho Ferreira, 26, relata que por causa da enchente já cansou de perder móveis novos. "A água já destruiu o guarda-roupa, a cama, a estante e o sofá. Tudo recém-comprado". Denise também lamenta o fato da parede da casa estar sempre marcada pelas inundações.

"A época de chuva está chegando e é preciso realizar uma limpeza no córrego e nas bocas de lobo urgente. A chuva precisa escoar e com o córrego entupido e com a tubulação de esgoto também entupida a água vai até escoar pela própria tubulação da casa".

Segundo o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Guarulhos, a região do Recreio São Jorge é atendida por rede coletora de esgoto, que está funcionando normalmente. Com relação à limpeza do córrego, que sai da rua Agudos do Sul em direção à avenida Palmira Rossi, a prefeitura informou que irá encaminhar uma equipe ao local para vistoria e devidas providências.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Por duas vezes uma casa foi atingida por caminhões no Jardim Cumbica

Um ano e cinco meses depois do primeiro acidente, residência voltou a ser danificada por veículo.
Na noite do dia 28 de maio do ano passado os moradores de uma residência na rua Porto Velho, no Jardim Cumbica, foram surpreendidos quando uma carreta destruiu parcialmente o local onde moram. Passado o susto e o dinheiro gasto para reconstrução da casa, na tarde do último sábado, outro susto: novamente um caminhão atingiu a residência destruindo-a parcialmente.

De acordo com o vigia e morador da casa, Ranieli Simão da Silva, 18 anos, os dois acidentes aconteceram porque a via é íngreme demais para os veículos pesados. "Os motoristas dos caminhões insistem em subir a rua, mesmo sabendo que a ladeira força o motor, fazendo com que o caminhão volte para trás. E desse jeito quem leva a pior somos nós".

Segundo Silva, os motoristas dos caminhões poderiam utilizar a avenida Brejinho a três quadras de distância da rua Porto Velho para ter acesso à rodovia Presidente Dutra. "Os motoristas preferem arriscar em uma ladeira, ao invés de transitar por uma avenida plana, só para não ter que percorrer uma distância maior".

Além da família de Silva, outros moradores da rua consideram inviável a subida de veículos pesados, como ônibus, caminhões e carretas. "Solicitamos que providências sejam tomadas. Inclusive, entramos em contato com a Secretaria de Transportes e Trânsito para colocarem uma placa proibindo a passagem de caminhões e carretas. Porém, até agora nada foi providenciado, apenas mais um acidente aconteceu com a minha casa", comenta o vigia.

A família de Silva mora há 30 anos no local, mas depois de ter a casa atingida duas vezes por veículos pesados, pretende se mudar para outra residência em qualquer outra rua que não tenha ladeira.

Fonte:guarulhosweb.com.br

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dívida dos guarulhenses com o IPTU ultrapassa R$ 1,5 bilhão

A Prefeitura registra débitos em atraso que chegam a R$ 3,56 bilhões.
De acordo como dados obtidos junto a Secretaria de Finanças de Guarulhos, mais de 249 mil contribuintes possuem algum tipo de imposto municipal em atraso. Somente com o IPTU, o rombo na Prefeitura é da ordem de R$1,51 bi, ou seja, 42,5% do total de R$ 3,56 bilhões em tributos atrasados.

Em segundo lugar está o débito com o Imposto sobre Serviços e Qualquer Natureza (ISSQN), equivalente a R$ 1,23 bi, cerca de 34,5%. O terceiro valor mais alto se refere as pendências financeiras referentes ao Imposto Sobre Transmissão de Bens Móveis (ITBI) e valores de Taxas e Contribuição de Mercadoria, que representa 7,9% da dívida, ou seja, R$ 280 milhões. O déficit com a cobrança desses impostos representa 84,7% do total da dívida.

Quanto à dívida ativa não tributária (obra; postura em geral; controle sanitário; ambulante; feira; execução de serviços como muros, passeios e limpeza), o débito atinge R$ 544,57 milhões, o equivalente a 15,3% do estoque da dívida ativa total.

Segundo a pasta, várias são as razões que explicam a inadimplência dos contribuintes, como por exemplo, problemas com o desemprego, orçamentários, de caixa e no caso de pessoa jurídica, até mesmo planejamento tributário.

Prefeitura propõe anistia a débitos em atraso.
Para diminuir o déficit com a inadimplência, a Prefeitura de Guarulhos publicou no Diário Oficial do último dia 30 lei que institui facilidades para saldar os débitos atrasados, o benefício vale para pagamento de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto sobre Serviços e Qualquer Natureza (ISSQN) e demais tributos, incluindo as dívidas com Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). Por outro lado, não poderão ser incluídos os débitos não tributários referentes a infrações à legislação de trânsito, multas de natureza contratual e as indenizações devidas ao Município.

Fonte:guarulhosweb.com

STT altera trajeto de ônibus nas regiões do Pimentas, Taboão e Veigas

Mudanças começam a valer a partir de sábado, e devem adaptar linhas ao BU.
Uma mudança será promovida em três linhas do sistema de transporte público de Guarulhos. As alterações são feitas pelo Departamento de Trânsito, órgão ligado à Secretaria de Transportes e Trânsito (STT). De acordo com a pasta, as modificações fazem parte do projeto de adequação do Bilhete Único de Guarulhos. Os novos itinerários passarão a valer em dias diferentes.

Neste sábado 8, a linha 783 - Sítio São Francisco/ Pimentas (que vai até a Vila Maria de Lourdes) deixará de circular na rua 6, no Sítio São Francisco, passando a trafegar nas ruas Porto Alegre e Buquim, no Parque Jandaia. Já para a linha 391 - Jardim Acácio/ Taboão, as alterações serão realizadas a partir da quarta-feira 12, inclusive com maior número de veículos. Os ônibus esternderão seu caminho até a rua Santana dos Montes, no bairro dos Veigas. As ruas Takaiosi Tamura, Luiz Melone, Nestor João de Oliveira e Amélia Teixeira, no Jardim Acácio, também passam a fazer parte do trajeto.

Também na quarta-feira, o ponto inicial da linha 387 - Veigas/ Taboão passa a ser no cruzamento das ruas Lázaro de Almeida Campos com Natal Del Buoni, no parque Mikail. Os passageiros que quiserem ir ao bairro dos Veigas deverão utilizar a linha 391 - Jardim Acácio/ Taboão. Mais informações sobre as linhas de ônibus, bem como envio de sugestões e críticas podem ser obtidos através do serviço 24 horas Disque Transporte e Trânsito, no telefone: 2475-6996.

Fonte:guarulhosweb.com.br

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Água chega escura e cheia de terra às residências do Jardim Hanna

Marianna Falcão - Foto: Sílvio Cesar.
          
Moradores reclamam da qualidade do líquido nas torneiras das casas.
Água suja e com resíduos de terra chega diariamente nas residências do Jardim Hanna. Tal situação é vivenciada pelos moradores da rua João Luis Rodrigues da Silva, que relatam uma série de problemas enfrentados devido à péssima qualidade da água.

Os filhos da vendedora, Karina Gouveia, 30 anos, precisam constantemente passar no médico em razão das viroses que eles pegam em razão da água suja. "Não tenho como limpar com frequência a caixa dágua e acho um absurdo ter que pagar em média R$ 100 por mês por uma água que acaba com a saúde das crianças".

A dona de casa, Maria Francileide de Lima, 44, afirma que tem dias que a água vem bem suja, com cheiro de lama podre. "Tenho que deixar a torneira aberta por cerca de 20 minutos para a água ir limpando". Cícera Maria Pinto, 40 anos, também reclama que o chuveiro sempre fica entupido por causa da sujeira acumulada que vem junto com a água. "Preciso trocar o chuveiro constantemente, porque além de ficar sujo, fica impregnada uma cor amarelada na parte inferior do aparelho".

"É uma vergonha enfrentar esse tipo de situação. Há 15 anos, estamos sofrendo com essa água suja", comenta a técnica de enfermagem, Neusa Lima, 51. O pizzaiolo Valdenisio Ferreira Alves, 38, reclama que além da água vir suja não tem hora certa para chegar ou ser cortada. "Tem dia que volto do trabalho e não tem água para eu tomar banho".

Segundo o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), um monitoramento apontou que a qualidade da água na região está normal, de acordo com os padrões de potabilidade. De qualquer forma, para identificar alguma possível inconformidade, técnicos da autarquia vão coletar amostras de água para análise; essa coleta será feita no cavalete dos imóveis.

Quanto ao abastecimento de água, o Saae informa que o bairro Jardim Hanna é abastecido pelo sistema preestabelecido de 6 horas com água para 18 horas sem água. Em condições normais, se os imóveis possuírem caixa-dágua adequada, ou seja, dimensionada para a quantidade de moradores, é possível minimizar os efeitos dos períodos sem abastecimento pela rede. De acordo com a norma técnica e o Código de Posturas do Município, os imóveis devem possuir reservatórios de água para, pelo menos, 24 horas de consumo; os dispositivos do imóvel (como descarga e torneiras, entre outros) devem estar ligados diretamente ao reservatório, e não à rede pública de abastecimento de água.
 
Fonte:guarulhosweb.com.br

domingo, 25 de setembro de 2011

Câmara estuda compra de prédio na região central

A aquisição do novo prédio do Legislativo não foi oficializada devido a falta da assinatura do prefeito Sebastião Almeida no documento.
Segundo o presidente da Câmara, vereador Eduardo Soltur (PV), todas as compras que o Legislativo faça devem ser intermediadas pela prefeitura. "Por esta razão, a assinatura do prefeito é imprescindível".

Para Soltur, é de suma importância a aquisição deste prédio. "Se a Câmara perder esse imóvel, ela nunca mais sairá do aluguel", afirmou o presidente que explicou que isso ocorre devido a aproximação do final do ano quando todo o orçamento que resta no Legislativo é devolvido à Prefeitura - no ano passado, o então presidente, vereador Alan Neto (DEM) entregou ao Executivo, aproximadamente, R$ 10 milhões.

Soltur revelou que o edifício em vista não é o mesmo local onde a Casa de Leis está instalada atualmente e reforçou que não será construído na praça Gilberto Van Mill, conhecida como Praça das Pedras, no Bom Clima. "Não é o atual prédio e também não vamos construir em lugar nenhum. O imóvel que estamos negociando é na região central e possui estrutura suficiente para o Plenário, os gabinetes dos vereadores e todas as demais dependências da Câmara", afirmou o presidente.

Ele destacou que o prédio anteriormente era sede de uma empresa, mas hoje está embargado judicialmente devido a dívidas. Logo a Câmara teria todas as prerrogativas legais para oferecer uma proposta e a compra ser acertada.

O valor do novo imóvel, segundo Soltur, é de R$ 10 milhões, valor que não chega a 9% do orçado para a construção dos edifícios na Praça das Pedras, que totalizaria R$ 121 milhões.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Parlamentares de Guarulhos divergem sobre reforma política

O projeto que propõe a reforma política, de autoria do deputado federal Henrique Fontana (PT-RS), tem causado divergências entre os parlamentares de Guarulhos. Vereadores e deputados concordam sobre a importância da reforma, contudo alguns pontos têm causado dissensões.

"A reforma política deve acontecer principalmente pela existência de muitos partidos políticos que acabam usando o processo eleitoral para obter vantagens", afirmou o vereador Geraldo Celestino (PSDB) que acredita que está mais do que na hora para acontecer à mudança.

Leia também: Financiamento público da campanha e sistema de votos divide opiniões.

Já o deputado federal Carlos Roberto (PSDB) acredita que a proposta é complexa e contraditória. "Esse assunto deveria ser amplamente discutido durante um mandato para ter validade no outro. Penso que a única reforma que deveria ser feita nesse momento é com relação às coligações, porque isso implica na depuração natural dos partidos", afirmou.

O projeto será votado no próximo dia 21, na Câmara Federal, e atualmente está aberto para receber sugestões dos demais parlamentares e dos mais diversos setores da sociedade. "O Brasil precisa ter um sistema mais justo e mais transparente, que garanta a devida representatividade no parlamento", afirmou o deputado estadual Alencar Santana (PT).

Fonte:guarulhosweb.com.br

Prefeitura paralisa distribuição de dinheiro a moradores da Pallets

Total de repasses para famílias pode chegar a meio milhão de reais.A prefeitura paralisou nesta terça-feira a distribuição da quantia de R$ 1.500,00 para o restante das famílias desabrigadas na favela dos Pallets. A Defesa Civil do Município está trabalhando com uma estimativa de cerca de 300 famílias, que ocupavam a área da favela, contudo cada barraco vai receber somente o valor equivalente a uma indenização, independente se no local havia mais de uma família. Desta forma, serão destinados um total de R$ 450.000,00.

A vendedora, Kátia Dutra Rodrigues, 32 anos, acompanhada da filha - que nasceu um dia depois do episódio do incêndio na favela - ficou cerca de duas horas para conseguir retirar a indenização de R$ 1.500,00, mas acabou indo embora sem o dinheiro, porque o responsável pelo jurídico não fez a liberação da verba. "Faço parte das famílias que perderam tudo por causa do fogo. No momento estou na casa da minha mãe, mas desde segunda-feira estou tentando receber a indenização sem sucesso".

Com a senha número 105 fornecida pela Defesa Civil, o ajudante geral, Paulo Henrique da Silva, 22 anos, não conseguiu retirar o dinheiro em espécie na segunda-feira. Voltou ontem de manhã à favela para retirar sua quantia, mas recebeu a informação de que a Defesa Civil entraria em contato com ele na próxima segunda-feira. "Como fico até a semana que vem? Se só tenho meus documentos e a roupa do corpo".

De acordo com o coordenador municipal da Defesa Civil, Paulo Victor Novaes, a verba destinada aos moradores da favela dos Pallets vem do Fundo Municipal de Habitação, no entanto a prefeitura declara que os recursos foram captados junto a empresas que colaboraram espontaneamente.

Em resposta aos diversos questionamentos, a Prefeitura de Guarulhos informou apenas que a prática de indenizar barracos demolidos é comum e utilizada por diversos municípios como a Capital.


No entanto, a prefeitura deixou de responder as seguintes questões: Qual o número exato de moradores que habitavam a favela? Qual o total de dinheiro que está sendo empenhado para indenização dos moradores? Quantas pessoas já foram beneficiadas com o valor de R$ 1.500,00? Que tipo de controle a prefeitura possui para distribuir a verba? E se há um cadastro com o nome de todos os moradores da favela?
Fonte: guarulhosweb.com.br

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Prefeitura de Guarulhos retira os moradores da Favela da Fernão Dias



Segunda-feira, 19/09/2011
Os moradores disseram que foram pegos de surpresa. As famílias tiveram que deixar suas casas. Os barracos começaram a ser demolidos no início da manhã. Os policiais fizeram uma barreira para não deixar os moradores entrarem.

Fonte:G1.com

GCM foi chamada para garantir a ordem em área invadida

Prefeitura distribui R$ 1,5 mil por família na Favela dos Pallets.A Prefeitura, por intermédio da Defesa Civil de Guarulhos distribuiu, nesta segunda-feira, dinheiro em espécie até para famílias sem cadastro na favela dos Paletts. Os moradores desapropriados por determinação da justiça devido à reintegração de posse poderiam retirar uma quantia equivalente a R$ 1.500,00. Para isso, bastava apresentar um documento original, que era xerocado na hora, às margens da avenida Educador Paulo Freire, seguimento da rodovia Fernão Dias.

No entanto, a falta de um controle específico - sobre quantos moradores foram atingidos pela ordem judicial - pôde favorecer para que outras pessoas que não faziam parte da favela dos Pallets recebessem o valor dos R$ 1.500,00. "Só precisei apresentar o RG e dizer que tive meu barraco destruído com o fogo para pegar o dinheiro, mas comigo de fato ocorreu essa situação. Porém, também vi pessoas que não eram da comunidade retirar a quantia em espécie", declara a doméstica Maria Gorete Rocha, 43 anos. Apenas as 74 famílias cadastradas, desde 2009, pela prefeitura serão beneficiadas com o programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. Contabilizando somente estes moradores, a prefeitura gastaria cerca de R$ 111 mil para manter o auxílio-aluguel equivalente a R$ 300,00 até o mês de fevereiro. No entanto, como o incêndio desalojou 300 famílias, a importância pode chegar a mais R$ 450 mil.

Questionada sobre o assunto, a assessoria de imprensa da prefeitura não soube informar qual é o total da verba destinada para as famílias da favela, nem dizer sobre a origem do dinheiro - não citaram a Secretaria que destinou a verba.

Além das questões acima, a assessoria também não informou a quantidade total de famílias que habitavam o local, que atualmente estão desabrigadas, e quantas pessoas já haviam sido beneficiadas. A reintegração de posse realizada ontem de manhã pela Prefeitura de Guarulhos cumpriu a ação judicial da 1ª Vara da Fazenda Pública e da Promotoria do Meio Ambiente e Habitação de Guarulhos, de 2007.


Fonte:guarulhosweb.com.br

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Moradores da favela dos Pallets estão insatisfeitos com postura da Prefeitura

Prefeitura pretende inibir novas invasões plantando mudas de árvores no local. Moradores da Favela dos Pallets fizeram um protesto na noite de quarta-feira, para mostrar às autoridades que estão descontentes com a forma como o problema de habitação está sendo resolvido. A manifestação ocasionou a interdição da avenida Educador Paulo Freire e consequentemente provocou congestionamento na rodovia Fernão Dias.

Em nota, a prefeitura declara que estranha a manifestação realizada na favela dos Pallets, uma vez que, durante todo o dia, manteve funcionários no local e em nenhum momento os moradores demonstraram qualquer descontentamento ou interesse em dialogar com a administração. Lembra também que das 155 famílias atendidas pela prefeitura em razão do incêndio, 93 vieram de outras cidades nos últimos três meses. Nesse total, há também famílias cadastradas e recebedoras de aluguel social da prefeitura de São Paulo, ou seja, em situação irregular.

Segundo a Administração de Guarulhos, as famílias que manifestaram necessidade de abrigo estão utilizando o alojamento emergencial montado numa escola municipal desativada, no Jardim Ipanema, e o prazo estimado para as famílias permanecerem no local é de 15 a 20 dias.Para inibir a construção de novas moradias, a prefeitura pretende plantar mudas de árvores no local em que os barracos de madeira pegaram fogo. Desta forma, a Administração Pública acredita que irá acabar com as ocupações irregulares, que são frequentes na cidade de Guarulhos.

Ontem, uma viatura da Guarda Civil Municipal ainda estava no local para dar segurança aos trabalhadores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, responsáveis pela terraplanagem do terreno. A pasta tem a intenção de criar taludes de até um metro para depois fazer o plantio de 500 mudas. Além disso, o canteiro central da via também será arborizado para evitar a presença constante de lixo. Em razão do incêndio, todo o lixo espalhado pelo canteiro central, que já havia sido recolhido junto com os escombros do fogo, na segunda-feira.
 
Fonte:guarulhosweb.com.br

Secretaria abandona obras no Continental I e deixa moradores revoltados

Prefeitura afirma que pastas responsáveis estão levantando informações.
Um terreno entre a rua Nelson Mendes Soares e a rua João Palma Aleman, no Continental I, deveria ser o local de algumas obras da prefeitura, segundo relatam os moradores do bairro. No entanto, o espaço apresenta apenas matagal com um caminho de estrada de terra.

Indignada com a paralisação das obras, a auxiliar de enfermagem, Nádia Franco, 59 anos, não consegue encontrar alguma razão para a Administração Pública começar uma obra e parar sem ao menos fornecer explicações para os moradores. "Desde abril, quando foi feita a canalização do córrego da rua João Palma Aleman, não houve mais nenhum tipo de investimento na área por parte da prefeitura", declara.

A cuidadora de idosos, Cristiane Aparecida de Oliveira, 47 anos, mora em frente o terreno e afirma que depois que a prefeitura começou as obras, o local ficou mais descampado, o que proporcionou o aparecimento de usuários de drogas. "A passagem criada para a construção de uma via, que sairia na Fernão Dias oferece caminho livre para a prática de sexo e consumo de drogas a céu aberto".

Questionada sobre o assunto, a prefeitura informou apenas que a demanda foi passada para as Secretarias responsáveis para levantamento das informações.
Fonte:guarulhosweb.com.br

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Residências sofrem com problemas causados por um córrego no Jd. Izildinha

Muro de residência está prestes a cair no córrego.
Cerca de 10 residências localizadas na Rua Rubens Coelho de Godói, no Jd. Izildinha, apresentam problemas de rachaduras por conta de um córrego que está alargando a margem e fazendo com que a terra ceda.

Os moradores alegam que há mais de um ano a Defesa Civil visitou o local, constatou o perigo, mas não interditou as casas. “Já fizemos abaixo assinado, processos, mas ninguém resolve nosso problema”, disse a moradora Maria Ivanilda Quaresma, 41 anos, que precisou fazer novas vigas de ferro na lavanderia de casa e está perdendo pisos e azulejos da sala, cozinha e quarto.

A casa de Zilda Dias, 57, também apresenta rachaduras no estacionamento e nos fundos. “Eu sou costureira e queria montar uma sala para trabalhar nos fundos do meu quintal, mas não posso, porque é justamente o local que está cedendo”, disse. As moradoras residem no local há mais de dez anos e dizem que o problema começou a se agravar por conta da água das chuvas que desembocam no córrego e vai afundando a terra.

A Secretaria de Obras informou que até o momento não existe nenhum projeto para execução de obras naquela área. O Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica) do Estado, que também é responsável por intervenções em regiões que são cortadas por córregos, não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta edição..

Fonte:diariodeguarulhos.com.br

Prefeitura não soube responder se área está sob sua responsabilidade

Trecho da Estrada do Água Chata está em situação de abandono.
Um longo trecho de terreno abandonado na estrada Água Chata, próximo da estrada Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, nos Pimentas, está cheio de entulhos. Desde restos de materiais de construção até pneus, lixo descartável e orgânico estão espalhados pelo mato e avançam para o espaço que seria da calçada.

O pedreiro Francisco Figueiredo, 45 anos, acredita que a prefeitura é culpada por não fazer a coleta dos entulhos e deixar que o lixo se amontoe cada vez mais. "Por causa do acúmulo de sujeira, despacham até carcaças de animais". Auxiliar de construção do condomínio que está sendo erguido próximo ao terreno cheio de entulho, Fagner Robin da Silva, 22 anos, passa todos os dias pelo local para ir trabalhar. "Já cansei de ver pessoas colocando fogo no lixo para acabar com o cheiro de bicho morto, além também de impedir a proliferação de roedores".

Há uma semana com o comando da nova direção da padaria Água Chata, situada bem em frente ao terreno cheio de lixo, a dona do estabelecimento acredita que a imagem da sujeira pode prejudicar o faturamento do comércio. "Não é agradável para ninguém entrar em um ambiente que vende alimento e se deparar com um monte de lixo do outro lado da rua". A Prefeitura não soube responder se o lugar pertence ao município ou se é particular, porém, informou que se o terreno for privado o proprietário será notificado para que providências sejam tomadas. Caso a área seja pública, a Proguaru agendará uma vistoria no local e limpeza.

Fonte:guarulhosweb.com.br


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Marianna Falcão - Foto: Sílvio Cesar 

Solicitação para a pavimentação estaria parada na mesa do diretor da Secretaria de Obras.

Desde 2002 o local aguarda urbanização.


Desde 2002, local aguarda obras de urbanizaçãoOs moradores da viela Araçá, na Vila São Rafael, solicitam colocação de guias, sarjetas e pavimentação de asfalto desde 2002. No entanto, até o momento a prefeitura não realizou nenhuma obra no local. A via está em péssimo estado de conservação, o que dificulta a passagem de pedestres e de veículos.
"Temos que pagar os impostos, mas não temos direito à pavimentação", lamenta a aposentada Igema Claudia Pavão, 70 anos, moradora há 40 na viela. "Faz tempo que reclamamos sobre as más condições da via, mas ninguém toma nenhuma providência. Por causa da chuva, o chão vira um lamaçal. A situação está piorando. Nunca arrumaram nada, isso está um lixo", comenta Igema.
O cantor, Gerson Araújo, 51 anos, procurou a prefeitura pela última vez, há três meses, quando foi informado que a solicitação para pavimentação da rua já estava na mesa do diretor da Secretaria Municipal de Obras. "É um descaso total, aguardo o asfalto até hoje".
Araújo declara que também pediu para a prefeitura construir uma escada, para facilitar a passagem dos moradores que moram no alto da viela, mas nada foi realizado. Além dos problemas citados, a população local também enfrenta dificuldades por causa do esgoto entupido.
A faxineira, Maria das Graças da Silva, 31 anos, mora em uma travessa da viela e diz que suas filhas reclamam do lugar onde moram por causa da lama.
Como o lixeiro não sobe a rua, os moradores são obrigados a despejar o lixo na esquina da viela com a rua Santa Angelina. A Proguaru informa que ao longo desta semana realizará vistoria no local para que possa providenciar os serviços de limpeza e remoção de entulho.
Até o fechamento desta edição, a Secretaria Municipal de Obras não se manifestou sobre o assunto.

Fonte:guarulhosweb.com.br

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Recreio São Jorge Pede Socorro a Prefeitura de Guarulhos




Os Moradores da Rua Pirapora, Bairro Recreio São Jorge pedem socorro a Prefeitura.

O local é de dificil acesso, os moradores são vitimas de acidentes constantes no local como quedas de adultos e crianças, alem dos veiculos que na chuva não sobem e nem descem, mesmo com o esforço dos moradores em calçar a rua o SAAE quebrou parte do calçamento causando ainda mais transtornos, a população não aguenta mais o descaso ano após ano, candidatos Prometem soluções e fazem do voto moeda de troca onde só a população perde.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Via que liga os bairros dos Veigas e Novo Recreio sofre com descarte irregular e falta de pavimentação

Marianna Falcão - Foto: Ana Paula Almeida    
Avenida Silvestre Pires de Freitas enfrenta problemas de infraestrutura.
A antiga Estrada do Veigas, atual avenida Silvestre Pires de Freitas, localizada entre os bairros dos Veigas e o Novo Recreio, está esquecida pelas autoridades e sofre com total falta de infraestrutura. A maior parte da via não está pavimentada, falta iluminação e há lixo acumulado às margens da estrada. Em março, os mesmos problemas foram divulgados no HOJE, mas nenhuma providência foi realizada até agora.

 
Há 20 anos, a doméstica, Erundina Spinozza, 53 anos, percorre toda a extensão de terra a pé. "Quando passa carro na via, fico para trás comendo poeira, volto para casa com as roupas cheias de pó". Erundina comenta que a estrada fica mais perigosa à noite, nos vários trechos sem iluminação. "Tem gente que se aproveita da escuridão e fica escondida no meio do matagal".

Aposentado, Demeval Bastos da Silva, 69 anos, enfrenta dificuldades para chegar à residência em dias de chuva. "Como a avenida fica cheia de lama, o carro derrapa para subir às ruas próximas da minha casa, que também não têm asfalto". Silva ainda relata que os ventos fortes também causam blecautes frequentes no bairro.

Morador há 15 anos da região, o comerciante José Carlos Batista, 48 anos, reclama da presença constante de lixo acumulado nas margens da via. "A prefeitura passa por aqui a cada dois meses, com uma máquina que serve apenas para fazer a liberação da estrada jogando o lixo para dentro do mato".

Batista já presenciou gente saindo de dentro do carro, para descarregar entulho nas laterais da avenida. "É um descaso, os responsáveis não fazem a coleta do montante de lixo e outras pessoas se acham no direito de jogar mais resíduos. Despacham até bicho morto aqui".

Quanto ao lixo acumulado às margens da via, a Proguaru informa que agendou vistoria no local para providenciar a varrição nos próximos dias. Segundo a EDP Bandeirante, uma equipe será encaminhada ao local indicado para verificar a iluminação pública. A Secretaria Municipal de Obras não respondeu aos questionamentos encaminhados, referentes à ausência de pavimentação da avenida.
Fonte: guarulhosweb.com.br

domingo, 31 de julho de 2011

Dona Maria Lucia Moradora do Recreio São Jorge não A aguenta Mais!



O Caso já foi discutido e levado ao conhecimento da Prefeitura através do Orçamento Participativo de 2007 e 2009 nesta próxima segunda dia 01 de agosto novamente ira ser realizado OP 2011 onde a população ira reivindicar melhorias no bairro.
O que todos esperam é que as obras sejam realizadas até 2012 e não seja novamente alvo de promessas de campanha, pois já são 11 anos de promessas e a população não agüenta mais.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Manifestantes exibiram faixas em frente ao gabinete do Prefeito

Camila Garcia da Redação

Famílias da comunidade Nova Guataporanga protestam por obras na região.
Aparício Reis
Representantes da comunidade Nova Guataporanga, no Jardim Cumbica 1, protestaram na manhã de hoje, em frente ao Paço Municipal. Os moradores cobram o início das obras de reurbanização do bairro, que teria sido prometida pela Secretaria de Habitação há 4 meses, ou o pagamento de indenização, caso a obra não seja feita.

Cerca de 200 famílias residem no local. Maria de Jesus Rodrigues, 43 anos, diz que a reconstrução da comunidade vem sendo adiada há mais de 20 anos. “Desde 1984 estão prometendo a reurbanização. Há quatro meses estamos tentando resolver isso com a Secretaria de Habitação e eles não nos ajudam”, disse.

Segundo os moradores, no começo deste mês foi feita uma reunião com o secretário de Habitação, Orlando Fantazzini, que os informou que não havia verba para a reurbanização. Segundo eles, o secretário afirmou que as famílias poderiam ser alojadas em um conjunto no bairro dos Pimentas, que custaria R$ 400 mensais. “Há quatro meses eles tinham verba para a obra e agora não têm? Não queremos pagar aluguel, sendo que podemos ser indenizados e comprar nossa própria casa. Queremos entender o que está acontecendo. Isso é um descaso com nossas famílias”, disse a diarista Elizabeteh Lima, 32 anos.

A Secretaria de Habitação informou que a Prefeitura buscará uma solução definitiva para os moradores do local por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Fonte:olhao.com.br